Um comentário sobre o legado de Protágoras à filosofia ético-política de Aristóteles
As concepções de virtude de Protágoras e de Aristóteles são, sem dúvida, diferentes. O primeiro a concebe como o exercício de certas qualidades morais indispensáveis à conquista ou manutenção do que é útil para si e àqueles que se dedicam aos assuntos da cidade. O segundo a concebe como uma disposiç...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | España |
| Institución: | Universidad de Sevilla (US) |
| Repositorio: | idUS. Depósito de Investigación de la Universidad de Sevilla |
| OAI Identifier: | oai:idus.us.es:11441/125427 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11441/125427 https://doi.org/10.12795/araucaria.2020.i44.12 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Protágoras Aristóteles Virtude Cidade Protagoras Aristotle Virtue City |
| Sumario: | As concepções de virtude de Protágoras e de Aristóteles são, sem dúvida, diferentes. O primeiro a concebe como o exercício de certas qualidades morais indispensáveis à conquista ou manutenção do que é útil para si e àqueles que se dedicam aos assuntos da cidade. O segundo a concebe como uma disposição de caráter firme e imutável, condição para a realização da Eudaimonia do indivíduo e da cidade. Contudo, parece-nos que Protágoras e Aristóteles convergem num ponto: a subsistência da cidade não depende da atuação de um governante detentor da ciência do bom governo que dirige sua atuação política, mas de governantes e governados bem educados e virtuosos, condição para o bom exercício político. Meu objetivo, aqui, é indicar a familiaridade que existe nas concepções políticas de Protágoras e de Aristóteles quanto à finalidade da educação dos cidadãos como garantia da justiça na cidade. |
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