Bringing the Divine down into Man : the building-up of the yoga path
O autor analisa a evolução do Yoga como uma disciplina ascética, desde o tempo da absorção dos habitantes originais da ?ndia pelas tribos arianas, que ali chegaram numa época proto-histórica. Ritos austeros, práticas mágicas, exercícios de controle respiratório e atitudes ascéticas dos habitantes lo...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Fecha de publicación: | 2002 |
| País: | España |
| Recursos: | Universitat Autònoma de Barcelona |
| Repositorio: | Dipòsit Digital de Documents de la UAB |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:ddd.uab.cat:112648 |
| Acesso em linha: | https://ddd.uab.cat/record/112648 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Purusha Ioga Yoga Rigveda Atharvaveda Upanishads |
| Resumo: | O autor analisa a evolução do Yoga como uma disciplina ascética, desde o tempo da absorção dos habitantes originais da ?ndia pelas tribos arianas, que ali chegaram numa época proto-histórica. Ritos austeros, práticas mágicas, exercícios de controle respiratório e atitudes ascéticas dos habitantes locais foram incorporados na metafísica e na religião Védicas, e também no Yoga pré-clássico. A descoberta do poder das práticas ascéticas e meditacionais permitiu um distanciamento progressivo dos yogis em relação a práticas religiosas externas, tais como sacrifícios realizados com a intenção de favorecer os deuses, e a um avanço paralelo da visão do Yoga como um tipo de sacrifício em si mesmo, fundamentado na associação - entendida como uma ligação ou [re]união - entre o "Self"/a Alma vivente (âtman; jivâtman) do homem e a norma eterna (sanatana dharma), o "Senhor das Criaturas" (Prajâpati), o Ser Supremo (Parameshtin; Brahman; Shiva do Shaivismo; Vishnu do Vaishnavismo), ou a força ou poder (Shakti do Shaktismo [Tantrismo]) que torna a vida possível e que mantém o cosmos. Através de uma revisão do tema do Purusha (sânscrito para "pessoa; homem", mas também para "Homem Universal; homem-deus") em algumas referências clássicas da literatura indiana - incluindo o Rigveda, o Atharvaveda, muitos Upanishads, porções relevantes do Mahâbhârata (particularmente do Bhagavad-Gîtâ, e também do Mokshadharma e de outras seções do Shânti Parva), o Yoga-Sûtra de Patañjali (texto fundador do Yoga clássico), o Bhâgavata-Purâna, o Yoga-Vâsishtha atribuído a Vâlmîki, e o Kulârnava-Tantra (um texto essencial ao Tantra-yoga), entre outros -, percebe-se uma articulação que consolida a autonomia humana e o status superior do homem no universo, dando lugar à idéia de que pode-se ser "iluminado", e que o status de Deus-no-homem pode ser alcançado, tanto através do conhecimento (jñâna) quanto através do yoga - o modo de "iluminação" associado com o controle e a estabilidade da mente, e com a obtenção de uma consciência trans-racional. Práticas de meditação e concentração "transcendental" progressivamente [re]dirigem-se para uma situação onde o corpo é valorizado como um tipo de "templo", que deve ser apropriadamente construído e cuidado de modo a permitir e favorecer o encontro e assimilação final entre o homem e o Divino. |
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