O Modelo Ensinar é Investigar. Uma experiência inovadora ao nível do 1º ciclo

As mudanças políticas havidas no século XX em Portugal, por razões diversas não se traduziram em mudanças da prática pedagógica, nem vieram resolver o problema grave que era o analfabetismo, o abandono escolar, o insucesso escolar e o atraso do país. Os movimentos pedagógicos e as metodologias de en...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Freitas, Nuno Manuel da Rocha e
Tipo de recurso: tesis doctoral
Fecha de publicación:2014
País:España
Institución:Universidad de Santiago de Compostela (USC)
Repositorio:Minerva. Repositorio Institucional de la Universidad de Santiago de Compostela
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:minerva.usc.gal:10347/10285
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10347/10285
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Materias::Investigación::58 Pedagogía::5802 Organización y planificación de la educación::580204 Niveles y temas de educación
Descripción
Sumario:As mudanças políticas havidas no século XX em Portugal, por razões diversas não se traduziram em mudanças da prática pedagógica, nem vieram resolver o problema grave que era o analfabetismo, o abandono escolar, o insucesso escolar e o atraso do país. Os movimentos pedagógicos e as metodologias de ensino/aprendizagem que faziam parte do seu ideário não tiveram tempo de dar frutos (caso do movimento da Escola Nova; o contrário se passou com o regime do “Estado Novo” que consolidou as suas ideias de forma evidente). O 25 de Abril abriu as portas a uma escola de massas, geradora de oportunidades para todos, com todos os problemas que isso acarretou. O modelo Ensinar é Investigar surge no período pós 25 de Abril e encerra em si uma proposta pedagógico-didáctica coerente e consistente, fundamentada em teorias construtivistas e na crítica à Escola Tradicional. Dos documentos revisados e analisados nesta investigação, a proposta trata de desenvolver uma aprendizagem mais significativa e com melhores resultados escolares. E, além disso, este modelo encerra em si um processo de formação inter pares (auto-formação participada e colaborativa) diferente do modelo oficial. Por pensar ser de interesse, pertinente, actual e dado o momento controverso que se vive analisamos este Modelo e para verificar a importância e o carácter inovador que encerra a sua proposta pedagógico-didáctica.