Ebola na Folha de São Paulo (1976-2015)

Este artigo investigou a construção social da/o ebola via imprensa brasileira à luz da Teoria das Representações Sociais. Os dados foram coletados na Folha de São Paulo, desde o surgimento do vírus (1976) até março de 2015. Foram analisadas 291 matérias, por meio do software IRAMUTEQ. Os resultados...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Danfá, Lassana, Aléssio, Renata Lira dos Santos, Rosas Torres, Ana Raquel
Formato: artículo
Fecha de publicación:2021
País:España
Recursos:Universitat Autònoma de Barcelona
Repositorio:Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ddd.uab.cat:235669
Acesso em linha:https://ddd.uab.cat/record/235669
https://dx.doi.org/urn:doi:10.5565/rev/athenea.2342
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Ebola
Africa
Imprensa
Racismo
Press
Racism
África
Descrição
Resumo:Este artigo investigou a construção social da/o ebola via imprensa brasileira à luz da Teoria das Representações Sociais. Os dados foram coletados na Folha de São Paulo, desde o surgimento do vírus (1976) até março de 2015. Foram analisadas 291 matérias, por meio do software IRAMUTEQ. Os resultados mostram mundos léxicos organizados em torno dos discursos especialista e não especialista. O primeiro traduz as hipóteses científicas explicativas sobre o vírus do ebola. Já segundo aponta para a dicotomia ocidente versus África. Os resultados demonstram que a crise da ebola reatualiza a themata do reconhecimento social pela negativa, o essencialismo do africano, alteridade radical, hierarquização cultural e a invisibilidade do africano como protagonista apto a falar de sua realidade.