Cosmofagia e net-ativismo indígena brasileiro, durante a pandemia da Covid-19
Este artigo tem o objetivo de mapear as etnias brasileiras conectadas a Internet e observar as práticas comunicacionais net-ativistas indígenas, durante a pandemia da Covid-19, como forma de resistência e enfrentamento aos processos cosmofágicos a partir da análise de três perfis do Instagram: @midi...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Ecuador |
| Institución: | Revista CHASQUI |
| Repositorio: | Revista CHASQUI |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.ciespal.org:article/4346 |
| Acceso en línea: | https://revistachasqui.org/index.php/chasqui/article/view/4346 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Comunicação; Teorias da Comunicação Comunicação digital; Cosmofagia; Covid-19; Net-ativismo indígena; Instagram. Net-ativismo indígena, durante a pandemia da Covid-19 |
| Sumario: | Este artigo tem o objetivo de mapear as etnias brasileiras conectadas a Internet e observar as práticas comunicacionais net-ativistas indígenas, durante a pandemia da Covid-19, como forma de resistência e enfrentamento aos processos cosmofágicos a partir da análise de três perfis do Instagram: @midiaindiaoficial, @apiboficial e @visibilidadeindigena. A partir das análises, foi possível perceber como as comunicações dos perfis são fortemente marcadas por 1) conscientização e denúncia de violações dos direitos indígenas; 2) divulgação de conquistas e eventos e 3) articulação de mobilizações, ocupações e intervenções organizadas. Além disso, percebe-se que a rede do Instagram passa a ser habitada pelos povos indígenas como um ecossistema de luta e resistência. |
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