Net-activism and digital platforms in a pandemic context in Brazil
O presente artigo pretende realizar uma análise inicial do papel desempenhado pelas plataformas digitais no enfrentamento à Covid-19 em comunidades periféricas do Brasil em um contexto de disputas de narrativas e ausências de ações e diretrizes governamentais coordenadas. A partir da discussão sobre...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Revista Lumina |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufjf.br:article/33529 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufjf.br/index.php/lumina/article/view/33529 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Net-activism Plataformization Covid-19 Digital platforms Community action Net-ativismo Plataformização Plataformas digitais Ação comunitária |
| Sumario: | O presente artigo pretende realizar uma análise inicial do papel desempenhado pelas plataformas digitais no enfrentamento à Covid-19 em comunidades periféricas do Brasil em um contexto de disputas de narrativas e ausências de ações e diretrizes governamentais coordenadas. A partir da discussão sobre “net-ativismo” e plataformização, buscou-se compreender como as plataformas, junto às infraestruturas existentes pré-pandemia, auxiliaram nas mobilizações coletivas e auto-organizadas contra o novo coronavírus, possibilitando a constituição de formas de participação e de ativismo com a colaboração entre entidades humanas e não-humanas de maneira alternativa às ações estatais. Para isso, a pesquisa centrou-se no estudo de caso de dois ecossistemas formados pela sociedade civil nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro (primeiras cidades no país a registrarem casos da infecção do vírus): a campanha “Maré diz NÃO ao Coronavírus”, iniciativa da Redes da Maré, no Rio de Janeiro, e as articulações das comunidades paulistas de Paraisópolis e Heliópolis. A análise ocorreu nos meses de abril e junho de 2020, por meio do acesso às plataformas públicas de cada experiência e o cruzamento de dados secundários, como materiais de comunicação e divulgação, as redes sociais dos projetos e matérias jornalísticas sobre as iniciativas. Com isso, identificamos que essas experiências, com o auxílio das tecnologias e plataformas digitais, foram capazes de desenvolver trabalhos em frentes como monitoramento do índice de contágio e isolamento da população, criação de redes de arrecadação e distribuição de alimentos, disseminação de informações sobre a Covid-19, entre outras. |
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