A FALSA CRISE OU POR QUÊ A GEOGRAFIA NÃO ENTRA EM CRISE?

A clássica leitura econômica e a funcional leitura espacial não têm sido suficientes para explicar as novas dinâmicas do mundo das mercadorias, porque não estamos falando simplesmente de mercadorias e objetos espaciais, mas de subjetividades incorporadas a estes, de relações de trocas subjetivas cri...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Mota, Giovane
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Costa Rica
Institución:Universidad Nacional de Costa Rica
Repositorio:Portal de Revistas UNA
Idioma:español
OAI Identifier:oai:www.revistas.una.ac.cr:article/1801
Acceso en línea:https://www.revistas.una.ac.cr/index.php/geografica/article/view/1801
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:flexibilização
cosmização
crítica epistemológica
espacialidades transferidas.
Descripción
Sumario:A clássica leitura econômica e a funcional leitura espacial não têm sido suficientes para explicar as novas dinâmicas do mundo das mercadorias, porque não estamos falando simplesmente de mercadorias e objetos espaciais, mas de subjetividades incorporadas a estes, de relações de trocas subjetivas criadas a partir da assimilação dos objetos pelo mundo. Para além do valor de uso é preciso também apagar o valor simbólico que aos objetos e lugares são assimilados. Entramos em discussões profundas que envolvem outros conhecimentos sempre pela porta dos fundos, e reforçamos uma idéia que nos tem sido muito cara, a idéia de síntese, por isso outras ciências nos buscam para que processemos a nova síntese do mundo, nosso eterno papel, pois sem ela como poderão pensar esse mundo que se apresenta. Sabem que temos os instrumentos, mais que suficientes para a construção do novo imago mundi, mas sabem também que poderíamos, se tivéssemos clareza disso, oferecer além de uma imagem ordenada, oferecer também uma autêntica explicação sobre as mutações espaciais. Por isso a geografia não entra em crise e quando entra gera falsas crises ou falsos dilemas, como o mundo versus lugar, cotidiano versus história, fragmentação versus globalização, dentre outros nossos conhecidos.