Pueblo mapuche. Estrategias discursivo-comunicativas para un nuevo orden

Este trabalho exprime que ante a episteme imposta por Ocidente aos povos originários da América, o povo mapuche no Chile gerou uma estratégia contra-hegemônica de empoderamento que instala e visibiliza um sistema de comunicação intercultural próprio, local onde surgem heterogêneos discursos sobre um...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Betancour Sánchez, Sonia; Departamento de Lenguas, Literatura y Comunicación de la Universidad de La Frontera., Geeregat Vera, Orietta; Departamento de Lenguas, Literatura y Comunicación de la Universidad de La Frontera. Temuco. Chile., García Barrera, Mabel; Departamento de Lenguas, Literatura y Comunicación de la Universidad de La Frontera. Temuco. Chile.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Colombia
Institución:Pontificia Universidad Javeriana
Repositorio:Repositorio Universidad Javeriana
Idioma:español
OAI Identifier:oai:repository.javeriana.edu.co:10554/28561
Acceso en línea:http://revistas.javeriana.edu.co/index.php/signoypensamiento/article/view/8505
http://hdl.handle.net/10554/28561
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:null
Comunicación, mapuche, discurso, interculturalidad, decolonialidad, Comunicación, Mapuches, oratoria, comunicación intercultural, descolonización.
Communication, Mapuche indians, oratory, intercultural communication, decolonization.
Comunicação, Mapuche, fala em público, comunicação intercultural, descolonização.
Descripción
Sumario:Este trabalho exprime que ante a episteme imposta por Ocidente aos povos originários da América, o povo mapuche no Chile gerou uma estratégia contra-hegemônica de empoderamento que instala e visibiliza um sistema de comunicação intercultural próprio, local onde surgem heterogêneos discursos sobre uma ordem nova das relações de contato cultural, evidenciado em mecanismos e recursos discursivos transversais. Estes elementos formam parte das estratégias de resistência orientadas ao “desprendimento epistêmico” (Mignolo, 2010) da “matriz colonial de poder” (Quijano citado em Mignolo, 2010), problemática estudada tanto em discursos artísticos quanto em mediáticos que circulam na esfera pública.