CRITÉRIO DIAGNÓSTICO FONOAUDIOLÓGICO NO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: REVISÃO DE LITERATURA

O transtorno do espectro autista (TEA) é um transtorno no desenvolvimento, que prejudica a capacidade de interação, comunicação social e comportamentos. O presente estudo tem por objetivo descrever os critérios fonoaudiológicos utilizados atualmente para fechar o diagnóstico de Transtorno do Espectr...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Santos, Bianca
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade do Planalto Catarinense (UNIPLAC)
Repositorio:Revista Gepesvida
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.icepsc.com.br:article/376
Acceso en línea:http://www.icepsc.com.br/ojs/index.php/gepesvida/article/view/376
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Autismo and DSM-V and Diagnóstico Precoce. Fonoaudiologia. Transtorno do Espectro Autista.
Descripción
Sumario:O transtorno do espectro autista (TEA) é um transtorno no desenvolvimento, que prejudica a capacidade de interação, comunicação social e comportamentos. O presente estudo tem por objetivo descrever os critérios fonoaudiológicos utilizados atualmente para fechar o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA); a idade em que esse processo de diagnóstico pode ser iniciado; e a dificuldade que encontramos entre os profissionais da saúde dentro deste processo. Trata-se de um trabalho de revisão bibliográfica. Os artigos originais foram selecionados por meio de buscas nas plataformas LILAC’S; SciELO; PubMED e Google Acadêmico; seguido de outras etapas de seleção. Critérios: (1) locais de publicação; (2) Idioma da publicação; (3) Ano de publicação; (4) modelo da produção científica; (5) tema da publicação. Análise dos dados: A partir destas referências foi realizado a leitura e analise conceitual dos artigos selecionados. Foram encontrados um total de 29 artigos, destes, 14 foram excluídos pelo título e 3 excluídos pelo resumo. 9 artigos foram lidos na integra. Portanto é possível concluir que a ainda contamos com poucos fonoaudiólogos inseridos neste processo. E que além da dificuldade em encontrar profissionais da área infantil capacitados para fechar o diagnóstico precoce de TEA, há uma escassez de protocolos avaliativos íntegros para os dois primeiros anos de vida. Se faz necessário inovações, pesquisas e profissionais capacitados principalmente aqueles que estão relacionados ao público infantil.