R-2: Teste não-verbal de inteligência para crianças: padronização para crianças da cidade de São Paulo.
Apresenta a padronização de um novo teste, o R-2 Teste não-verbal de inteligência para crianças", que avalia o fator G da inteligência, com normas, análise de itens e estudos de precisão e validade. A amostra foi composta por 1554 crianças do município de São Paulo, de 5 a 11,5 anos, sorteadas...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2000 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-25102001-090625 |
| Acesso em linha: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47131/tde-25102001-090625/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | nonverbal intelligence test psychological tests R-2 nonverbal test of intelligence for children teste de inteligência não verbal teste R-2 testes psicológicos |
| Resumo: | Apresenta a padronização de um novo teste, o R-2 Teste não-verbal de inteligência para crianças", que avalia o fator G da inteligência, com normas, análise de itens e estudos de precisão e validade. A amostra foi composta por 1554 crianças do município de São Paulo, de 5 a 11,5 anos, sorteadas em proporção de matriculados da rede oficial de ensino em cada tipo de escola: estadual, municipal e particular. Apresenta também os resultados da pesquisa piloto a partir dos quais foi proposta nova ordem de apresentação dos itens do teste, segundo o grau de dificuldade e o tipo de raciocínio empregado. Foram analisadas as variáveis: idade, sexo e tipo de escola que a criança freqüenta, este último como indicativo do nível sócio-econômico. As médias de pontos mostraram crescimento progressivo com a idade. Não houve diferenças significantes entre os sexos. Foram encontradas diferenças significantes entre os tipos de escola: pública (estadual e municipal) e particular, sendo as normas apresentadas em percentis para a amostra global e separadas para os dois tipos de escola. A nova ordem dos itens mostrou-se adequada, porém alguns itens poderão ser revistos para contribuírem de melhor forma na discriminação dos resultados do teste. O teste apresentou coeficientes de precisão e de validade satisfatórios, especialmente para as idades maiores. Os resultados sugerem que o teste seja revisto para as idades de cinco e seis anos. |
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