Busca por evidências de validade do teste de inteligência não-verbal (Toni-3) para escolares surdos
A avaliação de inteligência de crianças surdas tem sido um desafio para psicólogos uma vez que a surdez traz inúmeras conseqüências para o desenvolvimento cognitivo destas crianças. A carência de instrumentos adequados a esta população tem feito com que os surdos sejam considerados deficientes quand...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE) |
| Repositorio: | Repositório Digital do Mackenzie |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:dspace.mackenzie.br:10899/22596 |
| Acceso en línea: | http://dspace.mackenzie.br/handle/10899/22596 |
| Access Level: | acceso embargado |
| Palabra clave: | inteligência surdos testes não-verbais testes computadorizados TONI-3 intelligence deaf nonverbal tests computer tests CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA |
| Sumario: | A avaliação de inteligência de crianças surdas tem sido um desafio para psicólogos uma vez que a surdez traz inúmeras conseqüências para o desenvolvimento cognitivo destas crianças. A carência de instrumentos adequados a esta população tem feito com que os surdos sejam considerados deficientes quando comparados com os ouvintes. Deste modo, estudos que considerem o impacto da surdez no desenvolvimento cognitivo destas crianças são importantes, pois podem trazer uma nova compreensão sobre as particularidades cognitivas destes indivíduos. Este trabalho teve por objetivo buscar evidências de validade do Teste de Inteligência Não-verbal (TONI-3) para escolares surdos pelos seguintes critérios de validade: do instrumento em relação às variáveis externas: idade, escolaridade, gênero, tipo de surdez e comunicação; do índice de correlação entre os itens e pontuação no teste; e correlação entre a versão lápis e papel com a computadorizada. Foram examinados 205 surdos de ambos os sexos, com idade média de 14 anos e que freqüentavam o ensino fundamental de 4 escolas públicas. Resultados mostraram não haver diferenças para o sexo nas duas versões do teste. Foi observada função crescente na pontuação total nas duas versões do teste com o aumento da idade e da série escolar, indicando evidência de validade desenvolvimental. Quanto ao tipo de surdez, não foram encontradas diferenças significativas na pontuação do teste. Com relação ao modo de comunicação utilizado, embora os surdos que oralizavam tenham obtido pontuação maior no TONI-3, esta diferença não foi significativa. Os resultados evidenciaram também, boa consistência dos itens quando comparados às normas brasileiras para ouvintes, e correlações positivas entre as duas versões do teste. Deste modo, os dados encontrados mostram a viabilidade do TONI-3 para avaliação de inteligência de crianças surdas. |
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