“A BORBOLETA INCOLOR” E “A SEREIA NEGRA”: PROSTITUIÇÃO E PERSONAGENS FEMININAS EM O ALEGRE CANTO DA PERDIZ, DE PAULINA CHIZIANE

O presente artigo discorre sobre a narrativa da escritora Paulina Chiziane, com análise da obra O alegre canto da perdiz (2010). Com o intento de analisar a trajetória de personagens da obra, observaremos a problemática do corpo feminino negro e como a prostituição atravessa a vida da “borboleta inc...

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Detalles Bibliográficos
Autores: dos Santos, Isabela Batista, Nascimento Santos, Jeane de Cassia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Caderno Seminal Digital
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/75673
Acceso en línea:https://www.e-publicacoes.uerj.br/cadernoseminal/article/view/75673
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Paulina Chiziane
literatura moçambicana
prostituição
personagens femininas.
Descripción
Sumario:O presente artigo discorre sobre a narrativa da escritora Paulina Chiziane, com análise da obra O alegre canto da perdiz (2010). Com o intento de analisar a trajetória de personagens da obra, observaremos a problemática do corpo feminino negro e como a prostituição atravessa a vida da “borboleta incolor” e da “sereia negra”, epítetos de Maria das Dores e Delfina, respectivamente. Assim, a prostituição é o caminho em que elas são inseridas no processo de colonização e o desenvolvimento da resistência se apresenta como o ponto de quebra desse ciclo. Nesse sentido, o estudo se centra na óptica da crítica pós-colonial, através da interpretação problematizadora do colonialismo, fundamentado em teóricos pós-coloniais a exemplo de Albert Memmi (1967) e Homi Bhabha (2013).