Torque de remoção de implantes lisos e texturizados com e sem estabilidade primária associados ou não ao plasma rico em plaquetas
O objetivo desse estudo foi avaliar o torque de remoção de implantes lisos e texturizados sem estabilidade primária associados a plasma rico em plaquetas. Foi utilizado um total de sete coelhos fêmeas, brancas da raça Nova Zelândia Branco (Oryctolagos cuniculus l.). Em cada coelho foram instalados 6...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2006 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.pucrs.br:tede/1001 |
| Acceso en línea: | http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1001 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | ODONTOLOGIA IMPLANTODONTIA IMPLANTES DENTÁRIOS OSSEOINTEGRADOS CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA |
| Sumario: | O objetivo desse estudo foi avaliar o torque de remoção de implantes lisos e texturizados sem estabilidade primária associados a plasma rico em plaquetas. Foi utilizado um total de sete coelhos fêmeas, brancas da raça Nova Zelândia Branco (Oryctolagos cuniculus l.). Em cada coelho foram instalados 6 implantes, 3 para cada tíbia, de acordo com os seguintes grupos experimentais: 1- implante liso com estabilidade primária e sem PRP (plasma rico em plaquetas); 2- implante liso sem estabilidade primária e sem PRP; 3- implante liso sem estabilidade primária e com PRP; 4- implante texturizado com estabilidade primária e sem PRP; 5- implante texturizado sem estabilidade primária e sem PRP; 6- implante texturizado sem estabilidade primária e com PRP. Os protocolos cirúrgicos foram aplicados de acordo com cada grupo experimental e após um período de 9 semanas, os animais foram mortos. Logo após a morte dos animais, a mensuração do torque de remoção foi realizada. As médias dos grupos foram: grupo 1, 53,01 Ncm (±9,68); grupo 2, 45,29 Ncm (±16, 90); grupo 3, 43,43 Ncm (±16,70); grupo 4, 56,60 Ncm (±16,00); grupo 5, 46,89 Ncm (±15,60) e grupo 6, 48,49 Ncm (±17,06). Os dados foram analisados através da Análise de Variância Múltipla, utilizando o delineamento em blocos casualizados que demonstrou não haver diferença estatística entre os grupos ao nível de 5% nas condições experimentais estabelecidas. As distintas condições experimentais não foram capazes de promover diferença no torque de remoção. |
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