Análise das estabilidades primária e secundária de implantes curtos unitários instalados na região posterior

Evidências clínicas sugerem que a estabilidade dos implantes exerce um papel importante no sucesso da osseointegração. No entanto, não há informações suficientes a respeito da estabilidade de implantes curtos (6-mm). Diante disso, os objetivos deste estudo foram: 1) avaliar clínica e longitudinalmen...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Alonso, Fernando Rizzo
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:tede2.pucrs.br:tede/1225
Acceso en línea:http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1225
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:ODONTOLOGIA
IMPLANTODONTIA
IMPLANTES DENTÁRIOS OSSEOINTEGRADOS
OSSEOINTEGRAÇÃO (ODONTOLOGIA)
CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA
Descripción
Sumario:Evidências clínicas sugerem que a estabilidade dos implantes exerce um papel importante no sucesso da osseointegração. No entanto, não há informações suficientes a respeito da estabilidade de implantes curtos (6-mm). Diante disso, os objetivos deste estudo foram: 1) avaliar clínica e longitudinalmente a estabilidade de implantes curtos em função da qualidade óssea, através do torque de inserção, análise da frequência de ressonância (RFA) (Osstell®) e capacidade de amortecimento (PTV) (Periotest®); e 2) avaliar a correlação entre as três técnicas. Foram instalados 39 implantes (Straumann, SLActive, 4.1 x 6 mm), de 1 estágio cirúrgico, na região posterior de maxila e mandíbula, em 18 pacientes com idade entre 25 e 76 anos. A qualidade óssea foi identificada pela sensibilidade tátil do cirurgião no momento da perfuração e classificada de acordo com a classificação de Lekholm & Zarb (1985) (tipos I-IV). O torque de inserção foi medido utilizando um torquímetro manual (Straumann®), e dividido em três grupos: < 15 Ncm, entre 15 e 35 Ncm e >35 Ncm. Os valores PTV foram medidos imediatamente após o torque manual, no montador do implante. Para os valores de RFA foi calculada a média das medidas mésio-distal e vestíbulo-lingual. A avaliação de RFA e PTVs foi repetida no momento da instalação da coroa (3 meses mais tarde). Os resultados mostraram efeito significativo da qualidade óssea nos valores de estabilidade do implante. Os valores do torque de inserção foram significativamente maiores no osso tipo 1-2 do que em osso tipo 3 e 4. Para os valores PTV foi encontrada diferença estatística entre o osso 1-2 e 4. Analisando os valores RFA, os implantes instalados em osso tipo 1-2 e 3 apresentaram ISQ significativamente maior do que os implantes instalados em osso tipo 4. Além disso, independente do tipo de osso, as médias dos valores de ISQ foram significativamente maiores após o período de osseointegração (79,36) do que no momento da instalação do implante (68,29). Os resultados demonstraram que a qualidade óssea influencia nos valores de estabilidade primária e secundária, havendo correlação moderada entre os três métodos de avaliação da estabilidade.