Qualidade da transição do cuidado de crianças com doenças crônicas: um estudo transversal

Objetivo: Analisar que fatores podem estar associados à qualidade da transição do cuidado do hospital para o domicílio de crianças com doenças crônicas. Método: Estudo transversal, quantitativo, realizado em dois hospitais do Sul do Brasil, de fevereiro a setembro de 2019. Participaram 167 familiare...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Cechinel-Peiter, Caroline, Lanzoni, Gabriela Marcellino de Melo, Mello, Ana Lúcia Schaefer Ferreira de, Acosta, Aline Marques, Pina, Juliana Coelho, Andrade, Selma Regina de, Oelke, Nelly Donszelmann, Santos, José Luís Guedes dos
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista da Escola de Enfermagem da USP (Online)
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/197043
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/reeusp/article/view/197043
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Niño
Enfermedad Crónica
Continuidad de la Atención al Paciente
Atención de Enfermería
Alta del Paciente
Cuidado de Transición
Criança
Doença Crônica
Continuidade da Assistência ao Paciente
Cuidados de Enfermagem
Alta do Paciente
Cuidado Transicional
Child
Chronic Disease
Continuity of Patient Care
Nursing Care
Patient Discharge
Transitional Care
Descripción
Sumario:Objetivo: Analisar que fatores podem estar associados à qualidade da transição do cuidado do hospital para o domicílio de crianças com doenças crônicas. Método: Estudo transversal, quantitativo, realizado em dois hospitais do Sul do Brasil, de fevereiro a setembro de 2019. Participaram 167 familiares de crianças com doença crônica. A coleta de dados ocorreu por meio de um instrumento sócio-demográfico e da da versão brasileira do Care Transitions Measure (CTM-15). Resultados: A pontuação média para a qualidade da transição de cuidados foi de 90,1 (dp = 19,5) (0–100). O Fator 1, “Preparação para o autogerenciamento”, foi o fator com maior média autopercebida, 92,3 (dp = 11,6), enquanto o Fator 4, “Plano de cuidado”, teve a menor média, 86,3 (dp = 21,3). A qualidade da transição de cuidado foi maior para os pacientes residentes em municípios que não pertenciam à mesma região de saúde dos hospitais. Conclusão: A qualidade da transição do cuidado de criança com doenças crônicas, percebida pelos familiares, no processo de alta hospitalar para o domicílio, foi considerada alta. Morar em outra região de saúde que não aquela do hospital associou-se a uma melhor percepção da qualidade da transição do cuidado.