Transição do cuidado de pacientes com doenças crônicas e sua relação com as características clínicas e sociodemográficas

Objetivo: avaliar a transição do cuidado na perspectiva de pessoas que vivem com doenças crônicas e identificar sua relação com as características clínicas e sociodemográficas. Método: estudo transversal, com 487 pacientes que receberam alta de um hospital. Foram utilizados instrum...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Berghetti, Larissa, Danielle, Márcia Baiocchi Amaral, Winter, Vanessa Dalsasso Batista, Petersen, Ane Gabriele Poli, Lorenzini, Elisiane, Kolankiewicz, Adriane Cristina Bernat
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online)
Idioma:portugués
inglés
español
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/216935
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/216935
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Transitional Care; Patient Readmission; Chronic Diseases; Patient Discharge; Continuity of Patient Care; Patient-Centered Care
Cuidado de Transición; Readmisión del Paciente; Enfermedades Crónicas; Alta Hospitalaria; Continuidad de la Atención al Paciente; Atención Dirigida al Paciente
Cuidado Transicional; Readmissão do Paciente; Doenças Crônicas; Alta Hospitalar; Continuidade da Assistência ao Paciente; Assistência Centrada no Paciente
Descripción
Sumario:Objetivo: avaliar a transição do cuidado na perspectiva de pessoas que vivem com doenças crônicas e identificar sua relação com as características clínicas e sociodemográficas. Método: estudo transversal, com 487 pacientes que receberam alta de um hospital. Foram utilizados instrumentos de caracterização clínica, sociodemográfica e Care Transitions Measure-15, que mensura os fatores Preparo para o autogerenciamento, Preferências asseguradas, Entendimento das medicações e Plano de cuidados. Análise estatística descritiva e inferencial. Resultados: a transição do cuidado foi satisfatória (76,8±10,4). Média dos fatores: preparo para o autogerenciamento (82,2±10,8), Preferências asseguradas (84,7±14,3), Entendimento das medicações (75,7±13,7) e Plano de Cuidados (64,5±13,2). Pacientes do sexo feminino apresentaram média superior no fator entendimento sobre medicações. Brancos e residentes na zona urbana avaliaram melhor o Plano de cuidados. Observou-se a maior média no fator Preferências asseguradas (84,7±14,3) e a menor no fator Plano de cuidados (64,5±13,2). Em todos os fatores, foram encontradas diferenças significativas nas variáveis (paciente cirúrgico, portar artefatos clínicos e não estar internado por COVID-19). Pacientes internados até cinco dias apresentaram diferença estatística nos fatores Preparação para o autogerenciamento e Entendimento das medicações. Em pacientes que não apresentaram reinternação em 30 dias após a alta, o Preparo para o autogerenciamento foi melhor. Quanto melhor o Preparo para o autogerenciamento, menores são os índices de reinternação em 30 dias. Conclusão: em pacientes que vivem com doenças crônicas, variáveis sociodemográficas e clínicas estão associadas à transição do cuidado. Pacientes que avaliaram melhor o preparo para autogerenciamento tiveram menos reinternações em 30 dias.