Formações imaginárias sobre língua inglesa pessoal e profissional

Inserido no projeto de pesquisa "Política linguística e identidade cultural: representações de língua na região de abrangência da UFFS - Chapecó- SC", este texto discute que imaginário sobre língua inglesa se inscreve em narrativas de sujeitos-professores. Como lugar teórico, inscrevemo-no...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Stübe, Angela Derlise, Folle, Tany Aline
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Repositorio:Letras & letras (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/33615
Acceso en línea:https://seer.ufu.br/index.php/letraseletras/article/view/33615
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Língua
Sujeitos-Professores
Formações Imaginárias
Descripción
Sumario:Inserido no projeto de pesquisa "Política linguística e identidade cultural: representações de língua na região de abrangência da UFFS - Chapecó- SC", este texto discute que imaginário sobre língua inglesa se inscreve em narrativas de sujeitos-professores. Como lugar teórico, inscrevemo-nos em uma perspectiva discursiva que se constitui em uma zona de interface, entre a completude e a incompletude, trabalhando com a noção de sujeito cindido, clivado e barrado pela linguagem. A constituição do arquivo é composta por cinco entrevistas semiestruturadas, gravadas em áudio, com sujeitos-professores brasileiros graduados em Letras, docentes no Ensino Fundamental I, II e Ensino Médio, residentes na região de abrangência da UFFS, Campus Chapecó - SC. A partir desse arquivo selecionamos recortes discursivos nos quais se formulam sentidos sustentados em formações imaginárias sobre língua inglesa. A pergunta de pesquisa que orientou nossas análises foi: que formações imaginárias sobre língua inglesa emergem em narrativas de sujeitos-professores brasileiros? Entendemos que as formações imaginárias sobre língua inglesa se constituem por traços que apontam rupturas e tensões, pois ultrapassam o nível linguístico, para envolver aspectos identitários, históricos, sociais, políticos e educacionais. Ressoa nas narrativas uma movimentação conflituosa e estreita, rememorando a relação de fronteira, que abarca entremeio e movência (shift).