Maternal and perinatal characteristics associated with congenital anomalies: a case-control study
As anomalias congênitas (AC) são a segunda principal causa de mortalidade infantil no Brasil, com impacto significativo na saúde pública, especialmente em países de baixa e média renda. Este estudo teve como objetivo identificar o padrão e os fatores associados às AC em recém-nascidos de uma materni...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) |
| Repositório: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do UNIOESTE |
| Idioma: | inglês |
| OAI Identifier: | oai:tede.unioeste.br:tede/7766 |
| Acesso em linha: | https://tede.unioeste.br/handle/tede/7766 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Congenital malformations Primary prevention Perinatal care Maternal and child health Case-control study Anomalias congênitas Prevenção primária Assistência perinatal Saúde materno-infantil Estudo caso-controle CIÊNCIAS DA SAÚDE |
| Resumo: | As anomalias congênitas (AC) são a segunda principal causa de mortalidade infantil no Brasil, com impacto significativo na saúde pública, especialmente em países de baixa e média renda. Este estudo teve como objetivo identificar o padrão e os fatores associados às AC em recém-nascidos de uma maternidade de hospital terciário. Foi realizado um estudo de caso-controle no Hospital Regional do Sudoeste Walter Alberto Pecóits, em Francisco Beltrão (PR), entre 1º de dezembro de 2023 e 30 de setembro de 2024. Entre 1.400 nascidos vivos, foram identificados 37 casos de AC (2,6%, IC95%: 1,80-3,48), enquanto que o grupo controle incluiu 120 mulheres com bebês sem AC. O grupo de controle foi composto por duas a três mulheres que tiveram filhos sem AC recrutadas no mesmo dia em que uma mulher do grupo de estudo. A maioria dos casos apresentou anomalias isoladas (62,2%), com predomínio de malformações do sistema cardiovascular (27%). As síndromes reconhecidas foram observadas em (21,6%) dos casos, e múltiplas malformações em (16,2%). Os dados foram coletados por entrevistas presenciais e a análise de prontuários médicos. Mulheres que deram à luz antes das 24 semanas de gestação foram excluídas (n=3 casos). A análise bivariada revelou associações significativas entre AC e histórico familiar de AC (p = 0,02), o apgar baixo no 1º e 5º minutos (p < 0,01) e o estado fetal ao nascer (p < 0,01). O Modelo 1, que integra o histórico familiar de AC, apgar no 5º minuto e estado fetal, apresentou o melhor ajuste preditivo, em consonância com achados prévios. A regressão logística bayesiana destacou esse modelo pelos menores valores de AIC (295,98) e BIC (326,22), com acurácia de 89%. Os resultados reforçam a importância do histórico familiar e da vitalidade neonatal no contexto das AC, apontando a necessidade de estudos futuros para confirmar esses achados e aprimorar estratégias de prevenção. |
|---|