Processo para implementação da metodologia da sala de aula invertida com elementos de colaboração

Este artigo discute os resultados de uma pesquisa cujo objetivo foi investigar a aplicação e avaliação de um Processo elaborado para a implementação da Metodologia Sala de Aula Invertida, também conhecida como “Flipped Classroom”, propiciando suporte à aprendizagem colaborativa para o Ensino de Mate...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Honório, Hugo Luiz Gonzaga, Scortegagna, Liamara, David, José Maria Nazar
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)
Repositório:Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tecnologia
Idioma:português
OAI Identifier:oai:periodicos.utfpr:article/8158
Acesso em linha:https://periodicos.utfpr.edu.br/rbect/article/view/8158
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Ciências Exatas e da Terra
Sala de Aula Invertida; Colaboração; Aprendizagem colaborativa apoiada por computador (CSCL); TICs.
Flipped classroom; Collaboration; Computer-supported collaborative learning (CSCL); TIC
Descrição
Resumo:Este artigo discute os resultados de uma pesquisa cujo objetivo foi investigar a aplicação e avaliação de um Processo elaborado para a implementação da Metodologia Sala de Aula Invertida, também conhecida como “Flipped Classroom”, propiciando suporte à aprendizagem colaborativa para o Ensino de Matemática. Para tanto, tomou-se como bases teóricas os autores, Munhoz (2015) e Bergmann e Sams (2016) em relação ao tema Sala de Aula Invertida, bem como associado ao tema colaboração, os autores Fuks et al. (2002) e Ellis et al. (1991). O Processo foi implementado em uma turma do 9° ano do Ensino Fundamental e utilizou-se a metodologia de estudo de caso para investigar e analisar o comportamento e as reações dos alunos. Como resultados, foi possível observar que o Processo proposto com suporte à aprendizagem colaborativa na Sala de Aula Invertida pode potencializar a metodologia, permitindo que os alunos criem espaços para refletirem sobre os conteúdos matemáticos estudados, a partir de uma aprendizagem mais autônoma, além de motivá-los aos estudos prévios de modo a enriquecer os encontros presenciais.