A arte para o povo por meio das gravuras do Clube de Gravura de Porto Alegre e do Club de Grabado de Montevideo
A presente dissertação procura compreender a atuação dos Clubes de Gravura de Porto Alegre e de Montevidéu, dentro do marco temporal das décadas de 1950 e 1960, no contexto da Guerra Fria. A gravura é utilizada pelos clubes como meio de difusão artística e ferramenta de conscientização social e valo...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.pucrs.br:tede/8307 |
| Acceso en línea: | http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/8307 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | História da Arte Gravura Clube de Gravura de Porto Alegre Club de Grabado de Montevideo Realismo Social Guerra Fria CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA |
| Sumario: | A presente dissertação procura compreender a atuação dos Clubes de Gravura de Porto Alegre e de Montevidéu, dentro do marco temporal das décadas de 1950 e 1960, no contexto da Guerra Fria. A gravura é utilizada pelos clubes como meio de difusão artística e ferramenta de conscientização social e valorização de temas populares, a partir dos seus variados níveis de engajamento político e social, de acordo com o clube analisado. Essas agremiações procuravam a produção da arte para o povo e sobre o povo, de maneira que este fosse retratado nos seus universos do cotidiano e do trabalho. Seguindo tal viés artístico e político, os clubes enveredaram pelo Realismo Social em vez de adotarem o Realismo Socialista, não se alinhando aos dogmas soviéticos, apesar de compartilharem o imaginário artístico de esquerda. Ao longo da dissertação, é feito um breve histórico da gravura e suas funções artísticas, sociais e sua potencialidade para a escrita da história. Em um segundo momento, através de uma perspectiva comparativa, são relatadas as experiências dos clubes de gravura, inseridos no panorama histórico nacional e internacional da Guerra Fria e se discorre sobre suas intenções utópicas. Após, são analisadas gravuras selecionadas de ambos os clubes, de modo que possam ser exprimidas as memórias nelas contidas, os seus vestígios de outras temporalidades e ressignificações ao longo do tempo e os motivos que as inspiraram. |
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