Efeitos da artrite reumatoide nas propriedades mecânicas e morfológicas do músculo quadríceps em mulheres com faixas etárias distintas
Introdução: A Artrite Reumatóide (AR) é uma doença inflamatória crônica, caracterizada pela presença de inflamação sinovial, destruição do osso e cartilagem. Com etiologia ainda desconhecida, a AR apresenta um padrão característico de acometimento articular, promovendo alterações do equilíbrio e da...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/206280 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/206280 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Artrite reumatóide Torção mecânica Mulheres Músculo quadríceps Rheumatoid arthritis Muscular torque Muscular architecture Questionnaires and self-assessment scales |
| Sumario: | Introdução: A Artrite Reumatóide (AR) é uma doença inflamatória crônica, caracterizada pela presença de inflamação sinovial, destruição do osso e cartilagem. Com etiologia ainda desconhecida, a AR apresenta um padrão característico de acometimento articular, promovendo alterações do equilíbrio e da mobilidade funcional, provocados pela fraqueza muscular. Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar as propriedades mecânicas e morfológicas do músculo quadríceps de voluntárias portadoras de AR e voluntárias saudáveis. Métodos:A amostra foi dividida intencionalmente em dois grupos: controle (n=36) e AR (n=36). Realizamos uma avaliação do torque e arquitetura muscular. Um dinamômetro isocinético foi utilizado para a avaliação do torque dos músculos extensores do joelho e um aparelho de ultrassonografia colheu as imagens para a avaliação da arquitetura muscular. As voluntárias também passaram pela avaliação de testes funcionais (Teste Sentar-Levantar, Timed Up and Go), questionários e escalas auto-aplicados (International Physical Activity Questionnaire - IPAQ, Health Assessmant Questionnaire – HAQ, Medical Outcomes Study – 36 – Short from Health Survery: SF36 e Escala Visual Analógica – EVA), sendo comparados os dois grupos. A análise estatística seguiu o estudo de Schiottz- Christensen (2001) do torque isocinético para o tamanho amostral. Também foi utilizado estatística descritiva: média e desvio padrão, Testes de Shapiro-Wilk e Levene, Teste t de Student ou Teste U de Mann Whitney, Análise de variância, utilizando ANOVA de dois fatores, Teste post-hoc de Bonferroni, Teste de correlação linear de produto momento de Pearson, Teste Qui-Quadrado e Teste de Wilcoxon. Pacote estatístico utilizado foi SPSS versão 17.0 e o nível de significância de α ≤ 0,05. Resultados: Encontramos diferenças entre os torques o que consequentemente influencia a arquitetura muscular. As diferenças encontradas estão tanto no torque-velocidade (T-V), quanto no torqueângulo (T-A). Nas faixas etárias mais jovens (A e B) a perda de força muscular foi maior do que na faixa etária mais idosa (C). Talvez estes achados possam ser explicados pela fase aguda da AR ou pela capacidade de adaptação do sistema musculoesquelético ao longo da doença. Conclusão: A literatura nos mostra que mais estudos são necessários para entender os efeitos da AR no sistema musculoesquelético, como por exemplo o stress do tendão do (s) músculo(s) envolvido (s) e também o envolvimento muscular com as vias moleculares, como as citocinas pró inflamatórias. Concluímos que houve diferenças nas propriedades mecânicas e morfológicas do músculo quadríceps das voluntárias do grupo AR e grupo controle. |
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