Força muscular de membros inferiores em mulheres com artrite reumatoide e mulheres sem a doença: há diferença?

A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória sistêmica, crônica, que acomete preferencialmente a membrana sinovial das articulações. Dentre as qualidades de aptidão física que podem ser reduzidas em indivíduos com AR merece destaque a força muscular, que está diretamente relacionada à capacid...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Pinto, Ana Carolina Pereira Nunes, Natour, Jamil, Lombardi Junior, Império
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2018
Country:Brasil
Institution:Universidade de São Paulo (USP)
Repository:Fisioterapia e Pesquisa
Language:Portuguese
English
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/152854
Online Access:https://revistas.usp.br/fpusp/article/view/152854
Access Level:Open access
Keyword:Artrite Reumatoide
Força Muscular
Extremidade Inferior
Artritis Reumatoide
Fuerza Muscular
Miembros Inferiores
Rheumatoid Arthritis
Muscle Strength
Lower Limbs
Description
Summary:A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória sistêmica, crônica, que acomete preferencialmente a membrana sinovial das articulações. Dentre as qualidades de aptidão física que podem ser reduzidas em indivíduos com AR merece destaque a força muscular, que está diretamente relacionada à capacidade de realização de todas as atividades da vida diária, desde as mais simples até as mais complexas. O objetivo deste estudo foi avaliar a força muscular de membros inferiores de mulheres com AR. Métodos: 17 voluntárias com AR (das classes funcionais I, II e III) e 17 sem a doença, com idade média de 54,7+6,63 anos, foram submetidas ao teste de uma repetição máxima para avaliar a força muscular de flexores e extensores de joelho e de abdutores e adutores de quadril. Utilizou-se o teste τ para analisar os dados, sendo considerados estatisticamente significativos os níveis de α <0,05. Em todas as avaliações o grupo de mulheres com AR apresentou valores inferiores quando comparados ao grupo sem a doença. No entanto não houve diferenças estatisticamente significativas entre os grupos. Os níveis descritivos obtidos da comparação entre a força muscular dos grupos foram: para extensores de joelho, p=0,224; flexores de joelho, p=0,467; abdutores de quadril, p=0,190; e adutores de quadril, p=0,127. A força muscular de membros inferiores não difere entre mulheres com AR (das classes funcionais I, II e III) e mulheres sem a doença.