PACIENTES VIVENDO COM HIV/AIDS E COINFECÇÃO TUBERCULOSE: DIFICULDADES ASSOCIADAS À ADESÃO OU AO ABANDONO DO TRATAMENTO

Pesquisa realizada em Fortaleza-CE, entre março e abril de 2011, com o objetivo de identificar as dificuldades que influenciam a adesão ou o abandono do tratamento de tuberculose em pacientes com Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Estudo qualitativo, com informações coletadas por meio de entrev...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Filho, Manoel Pereira de Sousa, Luna, Izaildo Tavares, Silva, kelanne Lima da, Pinheiro, Patrícia Neyva da Costa
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2012
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repository:Revista Gaúcha de Enfermagem
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/16444
Online Access:https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/16444
Access Level:Open access
Keyword:Síndrome da imunodeficiência adquirida. Tuberculose. Adesão ao tratamento medicamentoso.
Description
Summary:Pesquisa realizada em Fortaleza-CE, entre março e abril de 2011, com o objetivo de identificar as dificuldades que influenciam a adesão ou o abandono do tratamento de tuberculose em pacientes com Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Estudo qualitativo, com informações coletadas por meio de entrevista semiestruturada aplicada a pacientes com Síndrome da Imunodeficiência Adquirida e coinfecção tuberculose. Utilizamos o discurso do sujeito coletivo para a análise dos resultados. Os pacientes relataram dificuldades relacionadas aos aspectos socioeconômicos, ao estilo de vida e ao uso da medicação. O uso de álcool e o consumo de drogas ilícitas surgiram como fatores que levam a episódios de interrupção do processo terapêutico da doença. Concluímos que as barreiras relacionadas aos aspectos sociais, econômicos e ao estilo de vida são mais difíceis de serem enfrentadas para uma adesão continuada ao tratamento, tornando necessário o papel desempenhado pelos profissionais da saúde, apoiado por políticas públicas e sociais mais resolutivas.