Adesão ao tratamento antirretroviral de pacientes vivendo com HIV/AIDS atendidos pelo Sistema Único de Saúdedoi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrv.2012.102.186201
Introdução: A baixa adesão ao tratamento farmacológico compreende um dos maiores perigos para a efetividade do tratamento de portadores de HIV. O sucesso dessa terapia depende de elevada adesão do paciente ao tratamento. Objetivos: determinar o grau adesão ao tratamento farmacoterapêutico dos portad...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Vale do Rio Verde (UNINCOR) |
| Repositorio: | Revista da Universidade Vale do Rio Verde (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.teste.unincor.br:article/612 |
| Acceso en línea: | http://periodicos.unincor.br/index.php/revistaunincor/article/view/612 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Saude Coletiva adesão ao tratamento; HIV/Aids; Sistema Único de Saúde Adesão ao tratamento medicamentoso |
| Sumario: | Introdução: A baixa adesão ao tratamento farmacológico compreende um dos maiores perigos para a efetividade do tratamento de portadores de HIV. O sucesso dessa terapia depende de elevada adesão do paciente ao tratamento. Objetivos: determinar o grau adesão ao tratamento farmacoterapêutico dos portadores de HIV em Alfenas-MG e avaliar os fatores preditivos da adesão. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa quantitativa, exploratória, analítica e descritiva. A pesquisa foi realizada na Unidade de Dispensação de Medicamentos Antirretrovirais (UDM) e no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) do município de Alfenas, onde foram entrevistados 129 usuários de medicamentos antirretrovirais. Foi aplicado o teste de adesão CEAT-VIH. Para a análise dos resultados, foi feito os testes qui-quadrado e exato de Fisher, a 5% de significância. Resultados: Houve predomínio de pacientes do sexo masculino (57,4%); 39% apresentaram idade entre 39 a 48 anos, a maioria solteiro (37,2%); 23% não completaram o primeiro grau e 42% apresentaram renda familiar de até um salário mínimo. A maioria dos pacientes adquiriu a doença através de sexo sem proteção (77%); têm o diagnóstico há mais de 5 anos (33,3%); não bebe e não fuma (58% e 63% respectivamente). Em relação à adesão, apenas 37,2% apresentaram adesão estrita; 30,2% boa adesão e 32,6% baixa adesão. As variáveis que se mostraram dependentes da adesão foram sexo (pvalor=0,02) e carga viral (pvalor=0,01). Conclusão: Embora o paciente seja frequentemente o foco das intervenções para melhorar a adesão ao tratamento, é necessário que os profissionais e serviços de saúde assumam a co-responsabilidade nesse processo. |
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