Crônica de um fim anunciado: o debate entre Freud e Jung sobre a teoria da libido
Esta pesquisa parte do encontro entre Freud e Jung, enfocando ointeresse do primeiro no trabalho que Jung desenvolvia compsicóticos. Percorrendo as cartas trocadas por eles ao longo de seteanos, investigamos as construções teóricas de ambos, a fim defundamentarmos a hipótese de que o tema da libido...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2006 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/VCSA-6WXN3T |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/1843/VCSA-6WXN3T |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Psicanálise Freud, Sigmund, 1856-1939 Realidade Libido Jung, C G(Carl Gustav), 1875-1961 Psicologia |
| Sumario: | Esta pesquisa parte do encontro entre Freud e Jung, enfocando ointeresse do primeiro no trabalho que Jung desenvolvia compsicóticos. Percorrendo as cartas trocadas por eles ao longo de seteanos, investigamos as construções teóricas de ambos, a fim defundamentarmos a hipótese de que o tema da libido é o pontocrucial no impasse para a continuidade do trabalho em conjunto.Para Freud a libido é essencialmente uma energia sexual, já paraJung, a libido não passa de uma energia vital neutra, difusa nopsiquismo humano. Ancorada nesse impasse, nossa investigaçãosegue a trajetória da problemática da constituição da realidade e desua perda, privilegiando o aspecto de que, para a realidadeconstituir-se, é necessário que haja uma subtração da satisfaçãolibidinal, de modo que o enquadramento da realidade seja efetuado.Nesse caso, como o argumento da psicose constrói-se a partir dapremissa de que essa subtração não acontece, a realidade,conseqüentemente, não é constituída. |
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