Rickettsiose do grupo da febre maculosa na Vila de Capoeirão, Itabira, Minas Gerais, Brasil

O presente estudo investigou a infecção por rickéttsias do grupo da febre maculosa (GFM) em área endêmica para febre maculosa brasileira (FMB; causada por Rickettsia rickettsii) no Estado de Minas Gerais, Brasil. Amostras de soros de humanos, cães e eqüídeos, e carrapatos Amblyomma cajennense adulto...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Vianna, Manoella Campostrini Barreto, Horta, Maurício Claudio, Sangioni, Luis Antônio, Cortez, Adriana, Soares, Rodrigo Martins, Mafra, Cláudio Lisias, Galvão, Márcio Antônio Moreira, Labruna, Marcelo Bahia, Gennari, Solange Maria
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Instituto de Medicina Tropical (IMT)
Repositorio:Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/31205
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rimtsp/article/view/31205
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Spotted fever
Rickettsia rickettsii
Indirect Immunofluorescence Assay
PCR
Itabira
Descripción
Sumario:O presente estudo investigou a infecção por rickéttsias do grupo da febre maculosa (GFM) em área endêmica para febre maculosa brasileira (FMB; causada por Rickettsia rickettsii) no Estado de Minas Gerais, Brasil. Amostras de soros de humanos, cães e eqüídeos, e carrapatos Amblyomma cajennense adultos colhidos em um povoado rural em Itabira, Minas Gerais foram testados para infecção por Rickettsia. Pela Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) foram detectados anticorpos anti-R. rickettsii em 8,2% dos soros humanos, 81,3% dos cães e em 100% dos eqüídeos. Nenhum dos 356 carrapatos se mostrou positivo para Rickettsia no teste de hemolinfa e na reação em cadeia pela polimerase (PCR) objetivando amplificar fragmentos de DNA dos genes htrA and the gltA. Os resultados sorológicos em eqüinos e cães (sentinelas para FMB) apontam para a circulação de uma rickéttsia do GFM na área do estudo, porém, numa freqüência de infecção muito baixa na população do carrapato A. cajennense.