Tromboembolismo Pulmonar Agudo - revisão sistemática sobre o manejo da doença e novas perspectivas na intervenção cirúrgica em pacientes graves

O tromboembolismo pulmonar apresenta elevada morbimortalidade quando não diagnosticado e tratado rapidamente. Por apresentar um quadro clínico inespecífico, pode ser confundido com inúmeras patologias e, nesse sentido, para o seu devido diagnóstico, o TEP sempre deve ser considerado em pacientes com...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Seraphim, Julia Coser, Araujo, João Vitor Gontijo, de Araújo, Giovanna Irineu, Poubel, Júlia Barcelos, Gama, Juliana Vieira, Rech, Gabriela, Martins, Leandra Carla Saez, Araújo, Tainara Fernanda Cândida, Leles, Vanessa de Paiva
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/56351
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/56351
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:embolia pulmonar
trombose venosa profunda
anticoagulantes
trombectomia
estratificação
Descripción
Sumario:O tromboembolismo pulmonar apresenta elevada morbimortalidade quando não diagnosticado e tratado rapidamente. Por apresentar um quadro clínico inespecífico, pode ser confundido com inúmeras patologias e, nesse sentido, para o seu devido diagnóstico, o TEP sempre deve ser considerado em pacientes com sintomas cardiorrespiratórios e portadores de fatores de risco. Dessa forma, a partir da suspeição clínica, tem-se intitulado inúmeros exames complementares que auxiliam na confirmação diagnóstica, sendo a angiotomografia computadorizada (angio-TC) considerada, atualmente, o padrão ouro. Contudo, outras ferramentas podem auxiliar no diagnóstico, como o escore de WELLs, a dosagem do Dímero-D e a ultrassonografia com doppler de membros inferiores. Ademais, a doença pode ser estratificada, a depender de sua gravidade, em TEP maciço, submaciço e leve; nesse sentido, a depender da estratificação, institui-se diferentes tratamentos. Atualmente, o TEP submaciço tem gerado inúmeras discussões, a respeito de qual tratamento instituir: um manejo intensivo - através de intervenção cirúrgica ou fibrinólise - ou conservador - mesmo tratamento do quadro leve de TEP. Entretanto, para o manejo do TEP maciço, tem-se ganhado espaço a intervenção cirúrgica, visto que em muitas circunstâncias há contraindicações no uso de fibrinólise como medida terapêutica. Por fim, para o TEP leve, recomenda-se a terapia de suporte e o uso de anticoagulantes orais.