Tromboembolismo Pulmonar Agudo - revisão sistemática sobre o manejo da doença e novas perspectivas na intervenção cirúrgica em pacientes graves
O tromboembolismo pulmonar apresenta elevada morbimortalidade quando não diagnosticado e tratado rapidamente. Por apresentar um quadro clínico inespecífico, pode ser confundido com inúmeras patologias e, nesse sentido, para o seu devido diagnóstico, o TEP sempre deve ser considerado em pacientes com...
| Autores: | , , , , , , , , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/56351 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/56351 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | embolia pulmonar trombose venosa profunda anticoagulantes trombectomia estratificação |
| Sumario: | O tromboembolismo pulmonar apresenta elevada morbimortalidade quando não diagnosticado e tratado rapidamente. Por apresentar um quadro clínico inespecífico, pode ser confundido com inúmeras patologias e, nesse sentido, para o seu devido diagnóstico, o TEP sempre deve ser considerado em pacientes com sintomas cardiorrespiratórios e portadores de fatores de risco. Dessa forma, a partir da suspeição clínica, tem-se intitulado inúmeros exames complementares que auxiliam na confirmação diagnóstica, sendo a angiotomografia computadorizada (angio-TC) considerada, atualmente, o padrão ouro. Contudo, outras ferramentas podem auxiliar no diagnóstico, como o escore de WELLs, a dosagem do Dímero-D e a ultrassonografia com doppler de membros inferiores. Ademais, a doença pode ser estratificada, a depender de sua gravidade, em TEP maciço, submaciço e leve; nesse sentido, a depender da estratificação, institui-se diferentes tratamentos. Atualmente, o TEP submaciço tem gerado inúmeras discussões, a respeito de qual tratamento instituir: um manejo intensivo - através de intervenção cirúrgica ou fibrinólise - ou conservador - mesmo tratamento do quadro leve de TEP. Entretanto, para o manejo do TEP maciço, tem-se ganhado espaço a intervenção cirúrgica, visto que em muitas circunstâncias há contraindicações no uso de fibrinólise como medida terapêutica. Por fim, para o TEP leve, recomenda-se a terapia de suporte e o uso de anticoagulantes orais. |
|---|