Valor da cintilografia miocárdica com 201Tálio no processo de decisão terapêutica de pacientes com disfunção segmentar de ventrículo esquerdo

A cardiopatia isquêmica continua sendo uma causa significativa de morte e incapacidade em todo o mundo, sendo a doença arterial coronária a principal causa de disfunção sistólica do ventrículo esquerdo. A revascularização coronária pode melhorar a função do ventrículo esquerdo, os sintomas de insufi...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Resende, Adriana Abreu
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-08022022-161305
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/98/98132/tde-08022022-161305/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cintilografia miocardica com 201Tálio
Disfunção ventricular esquerda
Left ventricular dysfunction
Myocardial scintigraphy with 201-Thallium
Myocardial viability
Viabilidade miocardica
Descripción
Sumario:A cardiopatia isquêmica continua sendo uma causa significativa de morte e incapacidade em todo o mundo, sendo a doença arterial coronária a principal causa de disfunção sistólica do ventrículo esquerdo. A revascularização coronária pode melhorar a função do ventrículo esquerdo, os sintomas de insuficiência cardíaca e os desfechos cardiovasculares em pacientes de alto risco. Uma das formas de avaliar se o miocárdio pode se recuperar, ou seja, se é viável, são os exames de imagem não invasivos. Contudo, até o momento, nenhum estudo demonstrou benefício da avaliação de viabilidade no cenário de revascularização. O Estudo observacional, retrospectivo avaliou 126 pacientes submetidos a cintilografia miocárdica com 201Tálio entre os anos de 2010 e 2014, os pacientes foram divididos em dois grupos com e sem viabilidade miocardica. Esses dois grupos foram divididos em outros dois conforme a estratégia terapêutica adoada, revascularização ou tratamento medicamentoso. O estudo nao apontou diferença com relação a morte, infarto, AVC. Apenas a covariável incidência de internação apresentou resultados estatisticamente significantes.