Tramas invisíveis: bordado e a memória do feminino no processo criativo
A presente pesquisa, pertencente à linha de Teorias e Interfaces Epistêmicas em Artes, discute sobre as relações entre o ato criativo da bordadeira e suas memórias enquanto mulher, na vivência doméstica e familiar. Estudar uma técnica que, por tanto tempo esteve à margem da esfera acadêmica, e que p...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Pará (UFPA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpa.br:2011/11443 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11443 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES Artesanato têxtil-Bordado Mulheres na arte Arte e cultura Processo criativo Memória TEORIAS E INTERFACES EPISTÊMICAS EM ARTES ARTES |
| Sumario: | A presente pesquisa, pertencente à linha de Teorias e Interfaces Epistêmicas em Artes, discute sobre as relações entre o ato criativo da bordadeira e suas memórias enquanto mulher, na vivência doméstica e familiar. Estudar uma técnica que, por tanto tempo esteve à margem da esfera acadêmica, e que possui diversas facetas e práticas múltiplas, requer um alinhavo calmo e paciente. Como a própria linha de pesquisa incentiva o agregar de conhecimentos, busquei referências em outros espaços científicos como as ciências sociais, a psicanálise, a história, a memória e o design. Costurando aproximações com estudos da historiografia da arte e do bordado, feminismos, memória e identidade, procuro compreender sobre a complexa tessitura da bordadeira contemporânea, por meio de entrevistas realizadas com quatro bordadeiras, com as quais tramo diálogos sobre a invisibilidade de ser mulher na arte e as inquietações que circundam seus processos criativos. Analiso inserções feministas na arte contemporânea, que revelaram o bordado como uma prática repleta de simbologias. Divide-se o trabalho em Avesso e Frente, destacando a dualidade intrínseca que compõe a prática e sua natureza delicada e subversiva. É ainda intenção do trabalho pensar e criar novas bordaduras, materializadas em um álbum de fotos bordadas – “O Álbum Invisível”, experimentações que surgem da escrita científica, tecendo lugares de memórias e existência/resistência. Revisitar a história da arte feminina é um trabalho que requer uma pesquisa longa e vasta, logo o que apresento aqui neste decorrer é parcial, restrito a um tempo, espaço e a um ponto de vista. |
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