As missões jesuítico-guaranis : o patrimônio histórico-cultural e a integração regional (1979-1987)
O presente trabalho se propõe à análise dos processos de “ativação patrimonial” levados a cabo pelo IPHAN relativamente ao conjunto missioneiro guaranítico-jesuíta localizado na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai. Mais especificamente, diz respeito às transformações das estratégias aplicad...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/148986 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/148986 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Missoes jesuitico-guaranis Patrimônio histórico Patrimônio cultural Identidade nacional Integração regional Turismo cultural |
| Sumario: | O presente trabalho se propõe à análise dos processos de “ativação patrimonial” levados a cabo pelo IPHAN relativamente ao conjunto missioneiro guaranítico-jesuíta localizado na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai. Mais especificamente, diz respeito às transformações das estratégias aplicadas pelo IPHAN relativamente ao referido conjunto, de 1979 e 1987, no contexto de aproximação política Brasil-Argentina, e as “representações” daí engendradas. Parte-se do pressuposto de que as Missões Jesuítico-Guaranis foram tomadas como motivo de orgulho nacional quando classificadas como “patrimônio histórico-cultural”, a partir da década de 1930. Tem-se também por hipótese que esse conjunto cultural, nos anos 1970, teria supostamente passado a ser apropriado de forma diversa, para além de critérios estritamente “nacionais”. Dessa forma, a partir da discussão de tais transformações e da apresentação, sistematização e interpretação de três períodos de ativação patrimonial das Missões Jesuítico-Guaranis (1979, 1983-1984 e 1987), pretendese compreender como teriam sido as estratégias estabelecidas pelo IPHAN, se de fato existentes, para eventualmente fomentar uma identidade de caráter “supranacional”, capaz de ir “além da História-pátria”, preservando, em bases não-nacionais, um conjunto cultural que trespassaria as fronteiras brasileiras. |
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