Urban Space and Insurgent Practices in Porto Alegre, Brazil

O espaço urbano é construído a partir de complexas camadas de território. Essa construção e a consolidação da territorialização de um espaço tem origem nas relações entre atores sociais diversos. O artigo busca alinhar-se à crítica ao pensamento hegemônico em arquitetura e urbanismo, na medida em qu...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Almeida, Nicole Bueno Leal de, Campos, Heleniza Ávila
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Virus
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/228483
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/virus/article/view/228483
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Território
Territorialização
Práticas espaciais
Práticas insurgentes
Territory
Territorialization
Spatial practices
Insurgent practices
Descripción
Sumario:O espaço urbano é construído a partir de complexas camadas de território. Essa construção e a consolidação da territorialização de um espaço tem origem nas relações entre atores sociais diversos. O artigo busca alinhar-se à crítica ao pensamento hegemônico em arquitetura e urbanismo, na medida em que propõe compreender as práticas espaciais contra-hegemônicas, desenvolvidas por atores heterogêneos, enquanto estratégias de territorialização do espaço urbano. O objetivo central é analisar como a articulação entre atores sociais distintos se configura na territorialização e espacialização das práticas desenvolvidas. Para tanto, a abordagem metodológica consiste em estudo de caso onde o recorte espacial é o 4º Distrito de Porto Alegre, além da observação não-participante em seminários e eventos realizados pelos atores sociais, bem como entrevistas realizadas com representantes locais. Como resultado, verificamos a construção de redes de ação de territorialização contra-hegemônicas que se articulam de maneiras distintas, considerando suas particularidades, na resistência à cultura de planejamento urbano dominante, que, não raro, negligencia as demandas de pessoas pobres e vulneráveis.