Autoestima e ansiedade de universitárias mães e universitárias sem filhos: um estudo comparativo
O presente estudo busca um comparativo entre universitárias mães e universitárias sem filhos, problematizando os desafios diários e os níveis de autoestima e ansiedade apresentados por elas ao suportar duplas ou triplas jornadas, que historicamente foram atribuídas ao gênero feminino. A mulher ainda...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Metodista de São Paulo (METODISTA) |
| Repositorio: | Repositório da METODISTA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.metodista.br:123456789/1340 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.metodista.br/handle/123456789/1340 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Mães universitárias Universitárias Autoestima Ansiedade Student mothers University students Self-esteem Anxiety Ciências Humanas |
| Sumario: | O presente estudo busca um comparativo entre universitárias mães e universitárias sem filhos, problematizando os desafios diários e os níveis de autoestima e ansiedade apresentados por elas ao suportar duplas ou triplas jornadas, que historicamente foram atribuídas ao gênero feminino. A mulher ainda é responsável pelo trabalho doméstico não remunerado e pelas atividades de cuidado, e, caso queira estudar ou exercer uma atividade remunerada, precisa acumular todas as atividades. Para tal proposta, foi realizada a pesquisa em duas etapas: a primeira, com caráter quantitativo, contou com 198 universitárias que responderam a Escala de Autoestima de Rosenberg, a Escala de Ansiedade de Hamilton e o Questionário Sociodemográfico. Considerando que os resultados de correlação identificaram que mães universitárias apresentam autoestima mais elevada que mulheres sem filhos e que as mães apresentaram índices mais elevados de ansiedade grave, foram selecionadas 5 universitárias para participar da segunda etapa da pesquisa, em uma entrevista semiestruturada. Os resultados qualitativos indicam que as mães universitárias acreditam que a formação universitária complementa a sua identidade materna, enquanto as participantes que não são mães demonstram preocupações excessivas com demandas próprias da formação acadêmica. |
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