Estática e dinâmica do capitalismo tardio na teoria crítica

O objetivo deste artigo é uma interpretação da teoria social de Theodor Adorno e Herbert Marcuse. Para tanto, reconstruímos aspectos de seus diagnósticos de época em dois momentos históricos, o nazismo e o pós-guerra europeu. Apesar de suas particularidades, Adorno e Marcuse partilham a pretensão de...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Vasconcellos, Caio, Puzone, Vladimir
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade de Brasília (UnB)
Repositorio:Repositório Institucional da UnB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unb.br:10482/33443
Acceso en línea:http://repositorio.unb.br/handle/10482/33443
http://dx.doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2018.145019
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Teoria crítica
Marcuse, Herbert, 1898-
Adorno, Theodor W., 1903-1969
Capitalismo
Descripción
Sumario:O objetivo deste artigo é uma interpretação da teoria social de Theodor Adorno e Herbert Marcuse. Para tanto, reconstruímos aspectos de seus diagnósticos de época em dois momentos históricos, o nazismo e o pós-guerra europeu. Apesar de suas particularidades, Adorno e Marcuse partilham a pretensão de compreender a dialética entre aspectos dinâmicos e certa invariância estática, que caracteriza as sociedades burguesas. O desenvolvimento da teoria crítica deve ser entendido, então, como o exame dos traços permanentes da sociabilidade capitalista ao mesmo tempo que esta se transforma no curso da história. Como conclusão, apresentamos uma breve reflexão sobre a atualidade da teoria crítica para interpretar fenômenos sociais contemporâneos.