Stato nutrizionale e qualità di vita dei bambini con reazioni avverse agli alimenti assistiti dal programma nazionale di alimentazione scolastica
Introdução: existe uma crescente no número de pessoas diagnosticadas com algum tipo de alergia ou intolerância alimentar. Objetivo: caracterizar as reações adversas alimentares (RAA) em crianças assistidas pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar. Materiais e métodos: pesquisa descritiva, prosp...
| Autores: | , , , , |
|---|---|
| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX) |
| Repositório: | Revista brasileira de obesidade, nutrição e emagrecimento |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.rbone.com.br:article/1516 |
| Acesso em linha: | https://www.rbone.com.br/index.php/rbone/article/view/1516 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Food Hypersensitivity Intolerance Children Nutritional status Quality of life Hipersensibilidade aos alimentos Intolerância Crianças Estado nutricional Qualidade de vida |
| Resumo: | Introdução: existe uma crescente no número de pessoas diagnosticadas com algum tipo de alergia ou intolerância alimentar. Objetivo: caracterizar as reações adversas alimentares (RAA) em crianças assistidas pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar. Materiais e métodos: pesquisa descritiva, prospectiva, transversal e quantitativa. Amostra composta 44 crianças diagnosticadas com algum tipo de reação adversa alimentar, ambos os sexos, idade de 2 a 9 anos, da rede municipal de ensino de Montes Claros-MG. O estado nutricional foi diagnosticado através dos índices antropométricos, além de questionário sobre a qualidade de vida da criança respondidos pelas mães e analisados os laudos médicos. Resultados: Foi verificado uma maior prevalência de crianças com somente uma reação adversa alimentar (63,3%). Intolerância a lactose foi o tipo mais evidente de RAA (31,9%), seguida de alergia à proteína do leite, e ovo. Relativo à qualidade de vida das crianças, o estado geral foi considerado na maioria boa (34,1%) e muito boa (27,3), e uma grande parte alegou melhora da saúde após confirmação do diagnóstico. Em relação à qualidade de vida, foram verificadas interferências nas relações sociais das crianças com a família, amigos e na escola. Conclusão: As reações adversas alimentares relacionadas a leite foram as mais frequentes. A maior parte das crianças encontrava-se dentro da normalidade, considerando os parâmetros antropométricos analisados. A qualidade de vida da criança e dos pais sofre influências significativas devido às reações, interferindo nas relações atividades sociais escolares e familiares da criança. |
|---|