Ecoa o grito da resistência que derrubou barreiras e tomou o que é nosso : dez anos de ações afirmativas na Ufrgs
Esta pesquisa teve por objetivo central analisar os impactos das ações afirmativas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A política afirmativa foi implementada na universidade no ano de 2007 a partir da Decisão 134/2007 que instituiu o sistema de reserva de vagas a estudantes negras e negros...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/205441 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/205441 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul Ações afirmativas Cotas raciais História Negros Movimento negro Racismo Affirmative Actions Racial quotas Black history Black movement Racism Akilombar |
| Sumario: | Esta pesquisa teve por objetivo central analisar os impactos das ações afirmativas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A política afirmativa foi implementada na universidade no ano de 2007 a partir da Decisão 134/2007 que instituiu o sistema de reserva de vagas a estudantes negras e negros e aquelas e aqueles oriundos de escolas públicas. A efetivação da política compunha a agenda de lutas do movimento negro em prol da democratização do ensino superior brasileiro como medida antirracista. Devido à abrangência das políticas afirmativas, foi determinado como objeto de análise o sistema de reserva de vagas a negras e negros em uma instituição pública de ensino superior. Por tratar-se de uma política recente instituída no Brasil no tempo presente, a história imediata nos possibilita que ao mesmo tempo sejamos participantes e reflexos do acontecimento. Utilizando a metodologia da história oral, este estudo analisou entrevistas de militantes do movimento negro do Rio Grande do Sul e professoras e professores negros da UFRGS, e também examinou fontes escritas: jornais do Movimento Negro Unificado (MNU) e Zero Hora; a revista negra porto-alegrense Tição; o livro comemorativo aos dez anos do MNU; teses e dissertações referentes às ações afirmativas da UFRGS produzidas na universidade no período de 2008 a 2018. Embora trate-se de uma política estatal recente, após dez anos de vigência do programa é possível ver e sentir mudanças na universidade ocasionadas pelo ingresso de estudantes negras e negros em maior número a partir do ano de 2008. |
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