Plasma rico em plaquetas alogênico em úlceras induzidas em córnea de ratos

Neste estudo, tivemos como objetivo avaliar o efeito clínico do uso do plasma rico em plaquetas (PRP) alogênico, aquecido ou não aquecido, no tratamento de úlcera de córnea, utilizando-se o rato como modelo experimental. Para isso foram induzidas úlceras unilaterais na córnea esquerda de ratos (Ratt...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Gandolfi, Micaella Gordon [UNESP]
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2016
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositório:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/141926
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/11449/141926
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Plasma rico em plaquetas aquecido
Fator de crescimento
Reparação corneal
PDGF
Plasma rico em fatores de crescimento
Colírio
Growth factor
Corneal repair
Plasma rich in growth factors
Eye drops
Heated platelet-rich plasma
Descrição
Resumo:Neste estudo, tivemos como objetivo avaliar o efeito clínico do uso do plasma rico em plaquetas (PRP) alogênico, aquecido ou não aquecido, no tratamento de úlcera de córnea, utilizando-se o rato como modelo experimental. Para isso foram induzidas úlceras unilaterais na córnea esquerda de ratos (Rattus norvegicus, variedade albinus) (n=81), machos e fêmeas, os quais foram distribuídos de forma randomizada em três grupos (n=27): grupo controle (GC), o qual não recebeu nenhum tratamento tópico; grupo PRP aquecido (GA) e o grupo PRP (GP); ambos receberam tratamento tópico a cada oito horas, durante cinco dias. Cada grupo foi subdividido em três momentos, de acordo com o período final de avaliação, 24 horas (M1), três dias (M3) e cinco dias (M5). A avaliação clínica foi realizada considerando-se as variáveis opacidade, vascularização e reparação corneal. Foi dosado na córnea o PDGF-BB, utilizando-se o método de Elisa. Houve diminuição da opacidade corneal nos grupos tratados em relação ao GC, no M1, bem como menor tempo na reparação corneal dos grupos tratados quando comparado com GC. Quanto à vascularização, observou-se maior vascularização no M3 em comparação com o M1, apenas no GP. Entretanto não houve diferença na concentração de PDGF-BB, dentre os grupos e momentos. Conclui-se que a utilização de PRP alogênico, aquecido ou não, acelera a reparação corneal, bem como diminui a opacidade corneal; no entanto, não aumenta a concentração do PDGF-BB na córnea.