Um resto de potência: contribuições da filosofia de Giorgio Agamben à educação
Quando se chega ao limite de uma experiência em que toda a vida deve ser definida por uma operatividade litúrgica e gloriosa de produção de efeitos, pensar a inoperosidade da vida, e das práticas educativas, parece tarefa central. A presente investigação, que tem como exemplo e ponto de partida a ex...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-09122021-102610 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-09122021-102610/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Giorgio Potência; Operatividade; Inoperosidade; Agamben Potentiality; Operativity; Inoperative; Giorgio Agambem. |
| Sumario: | Quando se chega ao limite de uma experiência em que toda a vida deve ser definida por uma operatividade litúrgica e gloriosa de produção de efeitos, pensar a inoperosidade da vida, e das práticas educativas, parece tarefa central. A presente investigação, que tem como exemplo e ponto de partida a experiência limite de escritores que deixaram de escrever expondo uma capacidade que não se transfere à ação adentra a ideia da potência-de-não no pensamento de Giorgio Agamben. Perpassando suas dobras, o conceito de potência vai da impotência ao uso e ganha o sentido de prática inoperosa e atividade de desativação dos dispositivos, incluindo aqueles que moldam o pensar e que se sobrepõem à ciência e à filosofia. Se a questão para Agamben é pensar uma potência disruptiva, desativadora, essa potência só pode ser encontrada na forma de negação, ainda que não absoluta. Nesse contexto se coloca a educação, que molda a porta de acesso ao que pode ser, mas nunca ao que pode não-ser, para pensá-la como política inoperosa. |
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