O CORPO NEGRO FEMININO E A PROSTITUIÇÃO, NO ROMANCE O ALEGRE CANTO DA PERDIZ, DE PAULINA CHIZIANE
No presente artigo, buscamos examinar no romance O alegre canto da perdiz (2008), da moçambicana Paulina Chiziane, a imagem do corpo negro feminino representado e inserido no universo sócio-ficcional da prostituição, bem como as questões fundamentais que determinaram a sua condição histórica, cultur...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Uniabeu Centro Universitário (UNIABEU) |
| Repositório: | E-scrita |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.abeu.local:article/3191 |
| Acesso em linha: | https://revista.uniabeu.edu.br/index.php/RE/article/view/3191 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Literatura africana; literatura moçambicana Moçambique; prostituição; corpo negro feminino corpo negro feminino; prostiuição |
| Resumo: | No presente artigo, buscamos examinar no romance O alegre canto da perdiz (2008), da moçambicana Paulina Chiziane, a imagem do corpo negro feminino representado e inserido no universo sócio-ficcional da prostituição, bem como as questões fundamentais que determinaram a sua condição histórica, cultural, social e política sob o regime colonial. Nessa perspectiva, veremos como as desastrosas consequências do processo colonizatório obrigaram muitas jovens a se entregarem à prostituição como forma de sobrevivência ou pela obtenção de benesses do homem branco, bem como a afirmação da sexualidade masculina. Assim, propomos a reflexão quanto à condição da mulher negra inserida nesse espaço. |
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