ASPECTOS HISTOLÓGICOS DE LARINGES DE EQÜINOS SUBMETIDOS À ARITENOIDECTOMIA SUBTOTAL COM E SEM REMOÇÃO DO REVESTIMENTO MUCOSO

A via respiratória cranial dos eqüinos apresenta particularidades que a distinguem daquela dos outros animais domésticos, sendo principalmente a laringe o órgão responsável por estas particularidades. Esta pode ser acometida por diversas afecções, entre as quais a hemiplegia laríngea e a condrite a...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Berlinck d, Beatriz, Thomassian, Armen, de Melo Nicoletti, José Luís, Hussni, Carlos Alberto, Garcia Alves, Ana Liz, Alvarez Figueiredo, Laura Maria
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Repositorio:Revista Veterinária Notícias (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/18653
Acceso en línea:https://seer.ufu.br/index.php/vetnot/article/view/18653
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:eqüinos
hemiplegia laringeana
aritenoidectomia subtotal
achados microscópicos.
Descripción
Sumario:A via respiratória cranial dos eqüinos apresenta particularidades que a distinguem daquela dos outros animais domésticos, sendo principalmente a laringe o órgão responsável por estas particularidades. Esta pode ser acometida por diversas afecções, entre as quais a hemiplegia laríngea e a condrite aritenóide, as quais possuem tratamento cirúrgico. É freqüente a menção pelos autores da dificuldade de descolar-se a túnica mucosa que reveste a cartilagem aritenóide. No presente estudo foram utilizados dez eqüinos, machos, adultos, divididos em dois grupos experimentais (GI e GII) com o objetivo de avaliar os achados microscópicos das laringes submetidas à aritenoidectomia subtotal sem remoção (GI) e com a remoção do revestimento mucoso (GII). O exame histológico dos fragmentos colhidos revelou que as estruturas avaliadas estavam em processo de reparação, com formação de cartilagem do tipo hialino e infiltrado leucocitário mononuclear mais intenso nos animais do grupo GI, provavelmente porque neste grupo o material de sutura agiu como corpo estranho, uma vez que granulomas do tipo corpo estranho foram observados. Assim, sob o ponto de vista histológico, as técnicas cirúrgicas avaliadas neste trabalho não mostraram diferenças significativas e a realização da aritenoidectomia subtotal com a remoção em bloco da cartilagem e da mucosa que a reveste (GII), facilitou a técnica operatória, com resultados pós-operatórios semelhantes aos do grupo GI, sendo seu emprego recomendado.