Função motora melhora em pacientes pós-acidente vascular cerebral submetidos à terapia espelho
Este estudo teve como objetivo avaliar os efeitos da Terapia Espelho (TE) na função motora de indivíduos hemiparéticos em fase crônica de AVC. Foi realizado um estudo quase-experimental com amostra por conveniência. A amostra foi composta por oito indivíduos hemiparéticos com AVC unilateral em fase...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/127368 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/rto/article/view/127368 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Acidente vascular cerebral Destreza motora Extremidade superior Transtornos das habilidades motoras/terapia. Stroke Motor skills Upper extremity Motors skills disorders/therapy. |
| Sumario: | Este estudo teve como objetivo avaliar os efeitos da Terapia Espelho (TE) na função motora de indivíduos hemiparéticos em fase crônica de AVC. Foi realizado um estudo quase-experimental com amostra por conveniência. A amostra foi composta por oito indivíduos hemiparéticos com AVC unilateral em fase crônica (55,5 anos±10,8), submetidos a avaliação da função motora do membro superior (MS) (Escala de Fugl-Meyer). O protocolo de intervenção consistia em doze sessões de TE realizadas três vezes por semana, durante quatro semanas. Os dados foram analisados entre pré e pós-intervenção, com o teste t de Student para amostras dependentes, em relação aos escores total da Escala de Fugl-Meyer e de todos os seus domínios para MS. Observou-se melhora significativa da função motora no escore total (pré 41,75±15,87, pós 48,75±14,33, p=0,002), e nos domínios de Movimentação passiva (pré 21,25±3,91, pós 23,38±1,40, p=0,049), Movimento com e sem sinergia (pré 6,38±4,24, pós 7,38±4,77, p=0,018) e Controle de punho (pré 4,88±2,99, pós 7±3,16, p=0,003). Conclui-se que a TE melhorou significativamente a função motora do MS parético de pacientes com sequelas crônicas de AVC. |
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