[pt] NOSTALGIA EM VERSOS, UMA LEITURA DE FERVOR DE BUENOS AIRES DE JORGE LUIS BORGES (1899 - 1986)

[pt] Há mais de cem anos Jorge Luis Borges (1899-1986) redigiu os versos de Fervor de Buenos Aires (1923). Livro constituído por um conjunto de poemas que sofreram constantes modificações ao longo de suas reedições produzindo, por consequência, um número significativo de variações. O propósito da pr...

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Detalles Bibliográficos
Autor: EDUARDA LUZ MARCAL
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:68711
Acceso en línea:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=68711&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=68711&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.68711
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:[pt] MODERNIDADE
[pt] NOSTALGIA
[pt] FERVOR DE BUENOS AIRES
[pt] JORGE LUIS BORGES
[pt] HISTORIA
[en] MODERNITY
[en] NOSTALGIA
[en] FERVOR DE BUENOS AIRES
[en] JORGE LUIS BORGES
[en] HISTORY
Descripción
Sumario:[pt] Há mais de cem anos Jorge Luis Borges (1899-1986) redigiu os versos de Fervor de Buenos Aires (1923). Livro constituído por um conjunto de poemas que sofreram constantes modificações ao longo de suas reedições produzindo, por consequência, um número significativo de variações. O propósito da presente dissertação é indicar caminhos de leitura de Fervor, de acordo com a edição das Obras completas (1923 - 1972) do escritor que foram publicadas em 1974 pela Emecé editores, através de indícios deixados pelo escritor – as metáforas e as transformações de Buenos Aires – assim como, por meio de dois guias eleitos pelo leitor, as noções de modernidades e nostalgia. O tom nostálgico a princípio é percebido como uma busca constante, entre memórias fragmentadas e inventadas, por um tempo cada vez mais poroso frente a um futuro desconhecido. Além disso, a leitura feita a partir da edição de 1974 permite entrever outro aspecto dessa escrita nostálgica, os próprios exercícios poéticos de Borges.