[pt] A ETERNIDADE NA OBRA DE JORGE LUIS BORGES
[pt] O presente trabalho analisa as figurações e o sentido do conceito de eternidade na obra de Jorge Luis Borges. No primeiro capítulo, destaca os principais símbolos borgianos atrelados ao conceito (a palavra, o nada, o eu, os animais, etc.); no segundo, as principais refutações do tempo, encontra...
| Author: | |
|---|---|
| Format: | doctoral thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2008 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) |
| Repository: | Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:MAXWELL.puc-rio.br:11547 |
| Online Access: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=11547&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=11547&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.11547 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | [pt] LITERATURA [pt] JORGE LUIS BORGES [pt] INFINITO [pt] ETERNIDADE [pt] TEMPO [en] LITERATURE [en] JORGE LUIS BORGES [en] INFINITE [en] ETERNITY [en] TIME |
| Summary: | [pt] O presente trabalho analisa as figurações e o sentido do conceito de eternidade na obra de Jorge Luis Borges. No primeiro capítulo, destaca os principais símbolos borgianos atrelados ao conceito (a palavra, o nada, o eu, os animais, etc.); no segundo, as principais refutações do tempo, encontradas nos ensaios do autor; no terceiro e último capítulo, examina de que maneira o conceito de eternidade se vincula ao próprio fazer literário do escritor e à sua concepção de literatura. Tal análise quer proporcionar um novo enfoque sobre o trabalho do autor argentino, frizando, por trás de sua obsessão por labirintos, por enigmas e pelo problema do tempo, sua busca pelo centro, ou pela solução do enigma do tempo, vislumbrada, através da arte literária, no conceito de eternidade. Além disso, deseja analisar a relação ambígua que o autor mantinha com o conceito de eternidade, que via, ora como uma quimera que o homem deve abandonar para fazer parte do mundo, ora como um objetivo impossível que, somente através da literatura, pode ter algum significado para os homens. |
|---|