Crack e gestão do cuidado no território : desafios no cotidiano do trabalho em saúde mental
Este artigo objetiva analisar os desafios enfrentados por profissionais de saúde mental na gestão do cuidado ao usuário de crack no território. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e descritiva. O campo de estudo foi um Centro de Atenção Psicossocial álcool e outras drogas (CAPS AD) de uma cidade da...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/143175 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/143175 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Saúde mental Serviços de saúde mental Cocaína crack Mental health Mental health services Crack cocaine Salud mental Servicios de salud mental |
| Sumario: | Este artigo objetiva analisar os desafios enfrentados por profissionais de saúde mental na gestão do cuidado ao usuário de crack no território. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e descritiva. O campo de estudo foi um Centro de Atenção Psicossocial álcool e outras drogas (CAPS AD) de uma cidade da região metropolitana de Porto Alegre/RS. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com oito trabalhadores de saúde mental do serviço. Os dados foram analisados a partir da análise de conteúdo modalidade temática. Os resultados apontam dificuldades e limites que são apresentados no cotidiano da atenção em saúde, na gestão dos territórios, no contexto do usuário, na necessidade de delimitação territorial e em atividades que contemplem o saber e o viver do usuário, reforçando a saída do profissional para o espaço comunitário. Aponta-se também a necessidade de uma rede intersetorial fortalecida que se corresponsabilize em conjunto com a atenção em saúde mental, retirando do CAPS a centralidade no cuidado. Conclui-se que a gestão do cuidado no território é multifacetária, sendo realizada também pelo trabalhador no cotidiano do serviço e no contexto das relações dos atores sociais com a trama do território. |
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