Reserva Extrativista Chico Mendes, Acre, Brasil: relato de experiência sobre hábitos e segurança alimentar nos seringais Sibéria e Albrácia.

A Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre é formada por diversos seringais, (áreas povoadas por seringueiras existentes principalmente na Floresta Amazônica), sendo uma área protegida com a finalidade de harmonizar o modo de vida das comunidades locais com o desenvolvimento sustentável. Nesse asp...

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Detalles Bibliográficos
Autores: SOUSA, G. A., IMADA, K. S., PINHO, U. M. F. de, MING, L. C., SIVIERO, A.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Repositorio:Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/1162672
Acceso en línea:http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1162672
http://dx.doi.org/10.18542/ethnoscientia.v8i1/12724
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Unidade de conservação
Extractive reserve
Áreas de conservación
Comunidades rurales
Seguridad de los alimentos
RESEX Chico Mendes
Seringal Sibéria
Seringal Albrácia
Brasiléia (AC)
Epitaciolândia (AC)
Assis Brasil (AC)
Sena Madureira (AC)
Rio Branco (AC)
Capixaba (AC)
Xapuri (AC)
Amazônia Ocidental
Western Amazon
Amazonia Occidental
Produção Agrícola
Comunidade Rural
Segurança Alimentar
Conservation areas
Rural communities
Food security
Descripción
Sumario:A Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre é formada por diversos seringais, (áreas povoadas por seringueiras existentes principalmente na Floresta Amazônica), sendo uma área protegida com a finalidade de harmonizar o modo de vida das comunidades locais com o desenvolvimento sustentável. Nesse aspecto, o objetivo dessa pesquisa foi realizar um relato de experiência sobre a segurança alimentar nos Seringais Sibéria e Albrácia, destacando os componentes básicos da produção agrícola, bem como os principais hábitos alimentares dos moradores. O estudo de campo foi conduzido em expedição científica, sendo realizadas 20 entrevistas, com pessoas na faixa etária entre 20 e 65 anos. Nesses seringais, a agricultura se desenvolve basicamente para a subsistência, sendo as culturas da mandioca (Manihot esculenta Crantz), arroz (Oryza sativa L.) e feijão (Phaseolus vulgaris L.), a base da alimentação. Pouco é vendido, sendo armazenado para o autoconsumo durante o ano. Verifica-se que os habitantes dos seringais Sibéria e Albrácia produzem os principais insumos da sua alimentação por meio da agricultura e da pecuária. Também se observa o extrativismo da floresta nas suas diversas formas (látex, castanha, caça e frutos). As famílias apresentam baixo consumo de frutas, verduras e legumes, sendo um fator negativo para a saúde da comunidade, podendo contribuir para o desenvolvimento de algumas doenças causadas pela deficiência de nutrientes na dieta. A partir desta pesquisa sugere-se maior vigilância por parte da execução dos programas sociais implementados, principalmente os relacionados à melhoria da segurança alimentar, para que haja diversidade dos itens produzidos, principalmente os de autoconsumo.