Schenberg: em busca de um Novo Humanismo

Este estudo objetivou evidenciar a visão de Novo Realismo de Mario Schenberg, dada sua importância no horizonte das Vanguardas Brasileiras das décadas de 1960 e 1970, bem como sua relação com o Novo Humanismo, também desenvolvido pelo crítico de arte durante esse período. Foi analisado o envolviment...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Pismel, Ana Paula Cattai
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-25042014-105740
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-25042014-105740/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Brazilian vanguards
Mario Schenberg
New humanism
New realism
Novo humanismo
Novo realismo
Vanguardas brasileiras
Descripción
Sumario:Este estudo objetivou evidenciar a visão de Novo Realismo de Mario Schenberg, dada sua importância no horizonte das Vanguardas Brasileiras das décadas de 1960 e 1970, bem como sua relação com o Novo Humanismo, também desenvolvido pelo crítico de arte durante esse período. Foi analisado o envolvimento de Schenberg no debate das décadas de 1960 e 1970, tendo por base sua atuação nas exposições Opinião 65, Propostas 65, Opinião 66, Propostas 66, bem como nas Bienais de São Paulo (1961, 1965, 1967, 1969 e 1971). O estudo tomou por fontes primárias as críticas originais do Centro Mario Schenberg de Documentação da Pesquisa em Arte ECA/USP escritas nas nessas duas décadas, bem como os demais livros, artigos e entrevistas do crítico. Considerado por Mario Schenberg a expressão artística do Novo Humanismo, o Novo Realismo foi definido a partir de um horizonte paralelo: fruto da sociedade industrial e reflexo da cultura ocidental em crise, essa tendência refletiu um momento de ampliação de referenciais. Mario Schenberg soube compreender as demandas da arte nascente, na medida em que sua atividade crítica não se deu como julgamento e avaliação, mas como compreensão e incentivo.