Schenberg e as Bienais

Este estudo objetivou evidenciar a atuação de Mario Schenberg na organização das Bienais Internacionais de São Paulo enquanto crítico de arte, nas décadas de 1960 e 1970. Foi analisado o envolvimento do crítico na Sala Especial do pintor Alfredo Volpi na VI Bienal (1961), bem como sua participação n...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Pismel, Ana Paula Cattai
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-29112018-122706
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-29112018-122706/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:1960s and 1970s
Art criticism
Bienal Internacional de São Paulo
Crítica de arte
Décadas de 1960 e 1970
Mario Schenberg
São Paulo International Biennial
Descripción
Sumario:Este estudo objetivou evidenciar a atuação de Mario Schenberg na organização das Bienais Internacionais de São Paulo enquanto crítico de arte, nas décadas de 1960 e 1970. Foi analisado o envolvimento do crítico na Sala Especial do pintor Alfredo Volpi na VI Bienal (1961), bem como sua participação no júri de seleção da representação brasileira na VIII, IX e X Bienais (1965, 1967 e 1969). Foi examinada, ainda, a participação de Schenberg nas Mesas Redondas promovidas pela Associação Internacional de Críticos de Arte junto às edições de 1969 e 1971 (X e XI Bienais). A investigação tomou por fontes primárias as críticas originais do Centro Mario Schenberg de Documentação da Pesquisa em Arte ECA/USP escritas no período delimitado, bem como os demais livros, artigos e entrevistas do crítico; acrescente-se a esse material as entrevistas realizadas com artistas, curadores e cientistas que conviveram com Mario Schenberg nessas duas décadas. Além disso, foi realizado um levantamento documental no Arquivo Histórico Wanda Svevo, da Fundação Bienal. A presença do crítico no certame se deu, em primeiro lugar, por conta de sua proximidade com os artistas e seu interesse pela arte e, em segundo lugar, por sua capacidade de trazer um novo olhar para com as obras de arte, que poderia agregar a singularidade da figura de Mario Schenberg aos quadros da Bienal. Ao entender que era função do certame promover visibilidade para os novos artistas que começavam a desenvolver seu trabalho e a definir novos caminhos para a arte, o crítico assumiu o papel de facilitador da aceitação de novos artistas e tendências na representação brasileira das Bienais.