Viagens mentais de autores italianos pela América Latina nos séculos XVII e XVIII: conotações autobiográficas, culturais e psicológicas
A nova configuração do mundo da Idade Moderna levou os intelectuais europeus a deslocamentos mentais, indicados por diversas expressões, tais como viagem espiritual, viagem mental, viagem imaginária. Neste artigo, propomos três exemplos desse processo, através da análise de escritos autobiográficos,...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Memorandum (Belo Horizonte) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufmg.br:article/6450 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufmg.br/index.php/memorandum/article/view/6450 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | viagens mentais teorias da imaginação séculos XVII e XVIII Frederico Borromeo Ludovico Antonio Muratori Gian Rinaldo Carli |
| Sumario: | A nova configuração do mundo da Idade Moderna levou os intelectuais europeus a deslocamentos mentais, indicados por diversas expressões, tais como viagem espiritual, viagem mental, viagem imaginária. Neste artigo, propomos três exemplos desse processo, através da análise de escritos autobiográficos, anotações e ensaios de três autores italianos: Federico Borromeo (1564-1631); Ludovico Antonio Muratori (1672-1750); Gian Rinaldo Carli (1720-1795). Os três autores, de modos diferentes, se referem à viagem entendida como deslocamento mental e realizada pelo emprego de alguns processos psicológicos, especialmente a imaginação. Nosso objetivo é analisar o significado que a viagem entendida como deslocamento mental assume no contexto biográfico e no universo histórico cultural de cada autor; e a significação psicológica das expressões viagem espiritual, viagem intelectual, viagem mental, por eles empregadas, à luz dos saberes psicológicos da época em que elas foram formuladas. |
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