Formação de professores de línguas para crianças: um olhar sobre as abordagens de ensino

O presente estudo visa a refletir sobre a formação de professores de línguas estrangeiras da atualidade para crianças, tema ainda pouco explorado. Os dados aqui apresentados são respostas dos cursistas, professores de línguas em  formação inicial e continuada, às atividades do minicurso criado pelas...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Semeguini, Bianca Silva, Rebello, Camilla Amatuzzi, Freitas, Paula Garcia de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista de Italianística (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/187176
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/italianistica/article/view/187176
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Formazione di insegnanti
Approcci all'insegnamento
Lingue straniere
Teacher training
Teaching approaches
Foreign languages
Formação de professores
Abordagens de ensino
Línguas estrangeiras
Descripción
Sumario:O presente estudo visa a refletir sobre a formação de professores de línguas estrangeiras da atualidade para crianças, tema ainda pouco explorado. Os dados aqui apresentados são respostas dos cursistas, professores de línguas em  formação inicial e continuada, às atividades do minicurso criado pelas bolsistas do Programa Licenciar da Universidade Federal do Paraná, intitulado “Abordagens de ensino de língua estrangeira para crianças”, que tratou de três abordagens de ensino: a Abordagem Estruturalista, a Abordagem Intercultural e a Abordagem por Tarefas, sendo as duas últimas aquelas que norteiam as ações do projeto. O objetivo deste artigo é avaliar a familiaridade dos cursistas com as abordagens de ensino apresentadas a partir da análise quantitativa e qualitativa dos dados obtidos. Os resultados apontam para a prevalência de uma visão estruturalista de aprendizagem, de língua e de ensino entre os sujeitos da amostra, além de sugerir que novas práticas de ensino precisariam ser estabelecidas com o intuito de viabilizar a formação prático-reflexiva (ROLDÃO, 2017) de professores (de línguas estrangeiras).