As coisas estão no mundo: pós-produção e apropriação nos trabalhos de Rosana Ricalde, Marilá Dardot e Fabio Morais

O presente estudo tem como objetivo a aproximação dos conceitos de apropriação e pós-produção, quando relacionados a obras de arte visuais que tomam o livro e a literatura como motivo de criação visual, em artistas pós-modernos. Para tanto, destaco como objeto de análise os trabalhos de Rosana Rical...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Lemos, Luiz Eduardo Silva
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG)
Repositorio:Repositório Institucional do CEFET-MG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.cefetmg.br:123456789/1001
Acceso en línea:https://repositorio.cefetmg.br//handle/123456789/1001
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Apropriação (Arte)
Artistas visuais
Ricalde Rosana
Dardot Marilá 1973-
Morais Fábio
Descripción
Sumario:O presente estudo tem como objetivo a aproximação dos conceitos de apropriação e pós-produção, quando relacionados a obras de arte visuais que tomam o livro e a literatura como motivo de criação visual, em artistas pós-modernos. Para tanto, destaco como objeto de análise os trabalhos de Rosana Ricalde (Cidades Invisíveis; Autorretratos), Marilá Dardot (Rayuela; As coisas estão no mundo; O Livro de areia) e Fabio Morais (Lina; A teus pés) aproximando-os dos conceitos explorados principalmente por Nicholas Bourriald, Fineberg e Maria do Carmo Veneroso. Busco, então, explicitar as misturas possíveis entre as artes visuais e a literatura, seus modos de contágio e possibilidades de transformação do livro em obras visuais.