Para “descolonizar” o comum: um ensaio crítico sobre a obra de Dardot e Laval
A obra de Dardot e Laval sobre o comum ainda não foi submetida ao crivo da crítica da colonialidade. Diante dessa lacuna, exploram-se, neste artigo, as potencialidades “decoloniais” dessa obra – localizando-as em sua concepção construtivista do comum –, bem como suas armadilhas “coloniais” – relacio...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositório: | Tempo Social (Online) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/176239 |
| Acesso em linha: | https://www.revistas.usp.br/ts/article/view/176239 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Pierre Dardot Christian Laval Comum Colonialidade Common Coloniality |
| Resumo: | A obra de Dardot e Laval sobre o comum ainda não foi submetida ao crivo da crítica da colonialidade. Diante dessa lacuna, exploram-se, neste artigo, as potencialidades “decoloniais” dessa obra – localizando-as em sua concepção construtivista do comum –, bem como suas armadilhas “coloniais” – relacionadas com os limites eurocêntricos de sua arqueologia do comum, a subestimação da heterogeneidade das relações de poder e a dificuldade de facear os limites da “língua política” autorizada pelas instituições moderno-ocidentais. Conclui-se com um convite à expansão do imaginário político do comum a partir do repertório de experiências sociais não ocidentais/ não imperiais, sob o imperativo da norma da inapropriabilidade epistêmica ou cosmopolítica. |
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